terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Detenha a grande ameaça à liberdade da Internet

Detenha a grande ameaça à liberdade da Internet


Enquanto cidadãos preocupados, apelamos aos senhores e senhoras para que lutem por uma Internet livre e aberta, e rejeitem a ratificação do Acordo Comercial Anti-pirataria (ACTA). A Internet é uma ferramenta crucial para as pessoas ao redor do planeta trocarem ideias e promoverem a democracia. Insistimos que mostrem uma verdadeira liderança global e protejam nossos direitos.


Na semana passada, 3 milhões de nós contra-atacaram a investida dos Estados Unidos sobre nossa Internet! --- mas há uma ameaça ainda maior e nosso movimento global pela liberdade online está completamente decidido a acabar com essa ameaça de uma vez por todas.

ACTA - um acordo global - pode permitir que as corporações censurem a Internet. Negociado secretamente por um pequeno número de países ricos e por poderes corporativos, esse acordo configuraria um novo órgão sombrio para a regulamentação comercial internacional que daria poder para interesses privados policiarem tudo que fazemos online e iria impor enormes penalidades -- inclusive sentença à prisão -- a pessoas que eles julgarem estar afetando seus negócios.

Nesse exato momento, a Europa está decidindo se ratificará ou não o ACTA -- e sem ela, o ataque global à liberdade na Internet vai desmoronar. Nós sabemos que a Europa se opôs ao ACTA anteriormente, mas alguns membros do Parlamento Europeu estão hesitando -- vamos dar o empurrão que eles precisam para rejeitar o tratado. Assine a petição à direita -- faremos uma entrega espetacular em Bruxelas quando alcançarmos 500.000 assinaturas.

É revoltante -- os governos de quatro quintos da população mundial foram excluídos das negociações do Acordo Comercial Antipirataria (ACTA) e burocratas não eleitos têm trabalhado de perto com lobistas corporativos para criar novas regras e um regime de aplicação dessas regras altamente perigoso. O ACTA cobriria inicialmente os EUA, Europa e 9 outros países, e então se expandiria para o mundo. Mas se conseguirmos que a União Europeia diga não agora, o tratado perderá sua força e poderá ser paralisado para sempre.

As regras bastante rigorosas significam que pessoas em qualquer lugar do mundo são punidas por atos simples como compartilhar um artigo de jornal ou enviar um vídeo de uma festa que possua uma música sob direitos autorais. Vendido como sendo um acordo comercial para proteger os direitos autorais, o ACTA pode também banir medicamentos genéricos que salvam vidas e ameaçar o acesso de fazendeiros locais a sementes que eles precisam. E, espantosamente, o comitê do ACTA vai ter carta-branca para mudar suas próprias regras e sanções sem controle democrático.

O interesse das grandes corporações está pressionando muito pela aprovação do ACTA, mas o Parlamento Europeu está no meio do caminho. Vamos enviar um apelo enorme aos parlamentares para ignorarem o lobby e se posicionarem a favor da liberdade da Internet. Assine à direita e envie para todos que você conhece.

Na semana passada, vimos a dimensão do poder da coletividade quando milhões de nós juntaram forças para impedir que os EUA aprovassem leis de censura da Internet que atingiriam a rede em cheio. Nós também mostramos ao mundo o quão poderosas nossas vozes podem ser. Vamos levantar nossas vozes mais uma vez para combater essa nova ameaça.


FAÇA SUA PARTE ASSINANDO DIGITALMENTE NESTE LINK : http://www.avaaz.org/po/eu_save_the_internet_spread/?frScybb&pv=274

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Vídeo de quem esteve em Pinheirinho traz várias testemunhas de ocultação de corpos


Não se deixem levar pelo título forte. É figura retórica, provocação desesperada de quem viu o horror de perto. E é importante que assistam até o final. Segue a descrição do trabalho, porPedro Rios Leão, que o filmou:
“Filme denúncia sobre o massacre de Pinheirinho
O Governador do estado de São Paulo, o Prefeito de São José dos campos, O Tribunal de Justiça de São Paulo, Toda a força policial, tanto da PM paulistana presente, quanto da Guarda Municipal, a direção inteira do hospital municipal de são josé, a mídia, em particular a Rede Globo, que escancaradamente foi o veículo oficial do Governo Paulista, TODO O CORPO JURÍDICO ENVOLVIDO NA REINTEGRAÇÃO DE POSSE, incluindo o ministro César Peluso, o Ministro Gilberto Carvalho,o ministro Eduardo Cardozo, todos, TODOS agindo a mando de Naji Nahas. A lista de assassinos de Pinheirinho não tem fim. Parem de procurar apenas UM culpado! REVOLTE-SE. Exija a justiça que nos é negada todo dia! Pelo fim do domínio dos banqueiros. Juntos nós podemos.”
Nota do QTMD?: Este site publica este vídeo como forma de pressionar para que o que aconteceu em Pinheirinho, no domingo, 22 de Janeiro de 2012, e que a própria presidenta já definiu como “barbárie”, seja investigado e que, se houve mesmo mortes, os corpos apareçam e que as famílias não fiquem anos esperando como as da época da ditadura militar. A editora deste site quer acreditar que vive num país que não tem medo da democracia. Sendo verdade que o governo paulista quebrou o pacto federativo para promover uma chacina, que seja punido. E que episódios como esse nunca mais se repitam. Aos que acharem o vídeo duro, peço que se imaginem no lugar do Pedro, colocando a própria vida em risco.

fonte:http://quemtemmedodademocracia.com/2012/01/27/video-de-16-minutos-filmado-por-quem-esteve-em-pinheirinho-varias-testemunhas-de-ocultacao-de-corpos/

sábado, 28 de janeiro de 2012

Como a mídia brasileira sufoca a liberdade de expressão


Esse vídeo so é um poco antigo, mas fora isso é excelente para explicar o real motivo de nossa midia nunca contestar nada, nunca cobrar nada e apenas fazer o eterno papel ainda de querer nos manipular.


Vídeo fundamental para entender de uma vez por todas como a oligarquia midiática destrói um dos nossos direitos fundamentais, que é o direito à comunicação. 
Didático, a matéria mostra que a concentração dos grandes veículos de comunicação na mão de poucas famílias beira a monarquia, já que o poder é transmitido de pai para filho. 

Em pleno século XXI, é vergonhoso para o Brasil que a pornográfica distribuição de concessões de rádios e TVs feitas por (e para) políticos e empresários picaretas no século passado ainda renda esse atraso monstruoso da mídia que, a despeito da sua milionária estrutura física e técnica, faz jorrar todos os dias uma programação de péssima qualidade para os brasileiros. E quando alguém ousa "competir" com esse poder midiático (montando, por exemplo, uma rádio comunitária), eis que todo o poder constituído se une (oligarcas da mídia, políticos, governos, ANATEL, polícia, Justiça etc.) para confiscar, prender, multar e processar aquele que cometeu o crime de tentar - como faz a poderosa mídia - se comunicar de forma eficaz com os seus iguais. 

E como mudar tal estrutura se a maioria dos políticos e empresários tem interesse direto ou indireto em deixar tudo do jeito que está? Digo "direto" porque muitos políticos são privilegiados donos de rádios e TVs - e foi exatamente por causa disto que conseguiram se eleger; e digo "indireto" porque a outra parcela de políticos (os que não são donos de veículos de comunicação), certamente recebem apoio daqueles que detém o "poder midiático". 

Este vídeo foi postado originalmente com o nome "Levante a Sua Voz". Eis o crédito do mesmo:

Vídeo produzido pelo Intervozes Coletivo Brasil de Comunicação Social com o apoio da Fundação Friedrich Ebert Stiftung remonta o curta ILHA DAS FLORES de Jorge Furtado com a temática do direito à comunicação. A obra faz um retrato da concentração dos meios de comunicação existente no Brasil.

Roteiro, direção e edição: Pedro Ekman
Produção executiva e produção de elenco: Daniele Ricieri
Direção de Fotografia e câmera: Thomas Miguez
Direção de Arte: Anna Luiza Marques
Produção de Locação: Diogo Moyses
Produção de Arte: Bia Barbosa
Pesquisa de imagens: Miriam Duenhas
Pesquisa de vídeos: Natália Rodrigues
Animações: Pedro Ekman
Voz: José Rubens Chachá

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Fileserve e outros, deletando arquivos e banindo



Agora que o Megaupload foi fechado pelos federais, outros sites de distribuição de arquivos (Fileserve, Hotfile, Rapidshare, etc) estão deletando arquivos e bloqueando IPs estadunidenses.
Confira abaixo a situação de alguns deles:

MegaUpload
Fechado.

FileServe
Deletando múltiplos arquivos. Programa de afiliação fechado.

FileJungle
(Pertence ao Fileserve) Deletando múltiplos arquivos. Testando o bloqueio de alguns endereços IP estadunidenses.

UploadStation
(Pertence ao Fileserve) Deletando múltiplos arquivos. Testando o bloqueio de alguns endereços IP estadunidenses.

FileSonic
(Pertence ao Fileserve) Função de compartilhamento desabilitada. Só o usuário que fez o upload pode baixá-los.

VideoBB
Programa de afiliação fechado.

Uploaded
IPs estadunidenses banidos.

FilePost
Começou a suspender contas com material que infrinja regras.(Fazendo o mesmo que o Hotfile)

VideoZer
Programa de afiliação fechado.

4shared
Deletando múltiplos arquivos.

MediaFire
Convocado a depor nos proximos 90 dias e terá de abrir as portas para o FBI.

Torrent org
Poderá sumir com tudo em até 30 dias “ele esta sob investigação criminal”.

Rede Share mIRC
Aguarda a decisão do caso Torrent para continuar ou encerrar tudo.

KoshiKO
Operando 100% japão. Não ira aderir ao SOPA/PIPA.

Shienko Box
Operando 100% china/korea. Não irão aderir ao SOPA/PIPA.

ShareX BR
Grupo UOL / BOL / iG dizem que não irão aderir ao SOPA/PIPA.


Japão, China e Korea deram um “NÃO” ao FBI e afirmam que mesmo que as leis sejam aprovadas nos USA, não terão valor algum dentro da soberania de seus paises!


É meus caros… Isso vai acabar causando uma guerra mundial/virtual… Estamos voltando a ditadura é? … Só falta um exterminador do futuro agora –’

Fonte: GameVicio e TudoSobreArquitetura.

Povo assim, os corruptos adoram

Povo assim, os corruptos adoram

Dois episódios no Orkut me inspiraram a escrever esse texto. Mesmo que não estejam diretamente ligados ao assunto deste tópico, me ajudaram a pensar a respeito.

Um é a polêmica dos busólogos que passaram a defender a padronização visual dos ônibus do RJ e os problemas que vieram junto (que os mesmos ainda insistem em dizer que não existem).

Outro é um tópico da comunidade "Eu odeio a seleção brasileira", que define como idiota quem torce pela seleção da Argentina. Apesar de não gostar de futebol e de reprovar de uma certa forma o fanatismo do futebol argentino, se percebermos bem, o fanatismo deles não é tão alienado como o nosso, pois além do futebol ser tratado como mero esporte - aqui o futebol tem uma importância exagerada para as características que possui - , o povo de lá se rebela contra os abusos das autoridades. Aqui, chegam a beijar os pés de algum político abusado.

O brasileiro é tradicionalmente um povo medroso e submisso. O povo bravo do Hino Nacional, que "não foge a luta" existe só na letra. Na verdade o povo brasileiro até se sente confortável com o cenário atual, com paliativos disfarçados de "soluções definitivas" e deslumbrado com o crescimento da indústria do entretenimento no país. Viramos a potência da diversão mundial e isso parece satisfazer a população.

Já em qualidade de vida, ainda estamos entre os piores. Basta colocar os problemas debaixo do tapete ou tentar "resolvê-lo" com paliativos como bolsas disto e daquilo ou esmolões como o "Criança Esperança". Resolver de maneira concreta os problemas exige esforço e risco e a população não está preocupada em enfrentá-los para uma melhoria definitiva. Se não dá para resolver um problema, o jeito é fugir para as drogas licitas ou não ou para a farra das noitadas e do futebol. Fuga, fuga, fuga, essa é a ordem.

E isso agrada muito a autoridades e grandes empresários. Desde os anos noventa, esse aspecto tem ajudado a atrair a atenção de vários grandes empresários estrangeiros. Um deles, que obviamente não se identificou, foi enfático: "quero investir no país porque o povo daqui é obediente e a mão de obra é barata". É o preço que o povo tem que pagar por ser tão alienado e conformista.

E as autoridades, sobretudo as corruptas, se beneficiam desse cenário, pois ficam livres da ameaça de revolta popular. A população se limita a reclamar pelas costas, mas aquela "reclamação" que já é permitida pela grande mídia, muitas vezes não levada a sério pelos alvos dessa reclamação e incapaz de romper a "impermeabilidade" desse políticos, que permanecem impunes.

Infelizmente, não tenho orgulho de viver nesse país. Parece que para muitos, os problemas existentes já fazem parte de nossa nação. Como se integrassem o nosso folclore. E isso contribuí ainda mais para que eles permaneçam.

Mas não faz mal. Se a situação se complicar, vai todo mundo correndo se esconder em um estádio de futebol ou em alguma boate e se alucinar com alguma cerveja. Até que o velho problema não resolvido volte para lembrar os brasileiros de que ainda continua vivo, sadio e atuante. 

Novo Megaupload feito pelo grupo anonymous.

Novo Megaupload  feito pelo grupo anonymous.

Com a revolta do fechamento do Megaupload surgiu o Anonyupload, que será inaugurado nessa sexta-feira e supostamente seria do grupo Anonymous. Até então ninguém sabe ao certo a origem e a veracidade desses fatos.
Entretanto, diversas fontes divulgaram que o Anonyupload não se trata de um site falso ou apenas de uma especulação, e que ele está sendo feito por um grupo de pessoas não identificadas sem qualquer ligação com os Anonymous. Mas depois da divulgação, os tais hackers decidiram apoiar a iniciativa. 
Com essa parceria entre os criadores do suposto site com os anonymous vem a nascendo a proposta de que o Anonyupload ser “100% gratuito, sem limites, sem propagandas e 100% anônimo.”
anonyupload_616
“O compartilhamento é a chave para a cultura e este é um direito que todos devem ter gratuitamente, por isso o site deve ser mantido de graça apenas com as doações de seus usuários, seguidores e sendo assim, "Anônimos".
E pelo que parece, a luta continua!

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Fundador do Megaupload diz que é inocente.

Fundador do Megaupload diz que é inocente, mas continua preso
AUCKLAND - Uma corte da Nova Zelândia ordenou nesta segunda-feira que o fundador do site de compartilhamento de arquivos Megaupload continuasse preso, à medida que ele nega acusações de pirataria na internet e lavagem de dinheiro e diz que as autoridades estão tentando fazer a pior imagem possível dele.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/tecnologia/fundador-do-megaupload-diz-que-inocente-mas-continua-preso-3739239#ixzz1kHiCZyW1
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A procuradora Anne Toohey afirmou em audiência que o alemão Kim Dotcom, também conhecido como Kim Schmitz, era um risco "no ponto extremo da escala" porque teria acesso a fundos, múltiplas identidades e um histórico de fugir de acusações criminais. Dotcom já está preso há três dias, junto com outros executivos como Finn Batato, 38 anos, chefe técnico do portal e Mathias Ortman, 40 anos, também cofundador do Megaupload - todos alemão.
O holandês Bram van del Kolk, de 29 anos, também foi preso com o grupo na Nova Zelândia, eles foram levados do local de detenção até o tribunal mesta segunda-feira. Preso, o fundador do site terá o famoso advogado Robert Bennett, representando a companhia nos tribunais. Bennett ficou conhecido por ter defendido o ex-presidente americano Bill Clinton de acusações assédio sexual.
- O FBI acredita que as somas localizadas não representam todas as contas bancárias do senhor Dotcom - disse.
No entanto, o advogado de Dotcom disse que seu cliente não representa risco de fugir ou retomar seus negócios. Segundo a defesa, o alemão vem cooperando plenamente com a Justiça, teve os passaportes apreendidos e os fundos congelados.
O juiz David McNaughton diz que uma aplicar uma fiança seria bastante complicado para uma decisão imediata, acrescentando que anunciará uma decisão por escrito até quarta-feira.
- Dada a dimensão dos assuntos cobertos pelo processo de fiança e a seriedade do tema, vou reservar minha decisão - disse.
Autoridades americanas querem extraditar Dotcom sob alegações de que ele arquitetou um esquema que arrecadou mais de US$ 175 milhões em poucos anos, copiando e distribuindo sem autorização músicas, filmes e outros conteúdos protegidos por direitos autorais. O grupo é acusado de provocar prejuízos de mais de US$ 500 milhões a produtores de conteúdo. A defesa argumenta que o Megaupload.com simplesmente oferecia armazenamento on-line de arquivos.
A companhia e sete de seus executivos foram acusados de participar do suposto esquema para oferecer material na internet sem compensar os detentores de direitos autorais.
Em razão do processo, na última quinta-feira, o site Megaupload.com foi desativado por autoridades americanas. No site, resta uma mensagem informando que “o nome de domínio associado ao site Megaupload.com foi apreendido por um tribunal dos EUA”.
A investigação começou há dois anos e predeu quatro executivos na Nova Zelândia e outros sete funcionários nos EUA, diz o “Wall Street Journal”. Para alguns analistas, a operação do FBI mostra que não há necessidade de novas leis antipirataria.
Caso de a Justiça da Nova Zelândia conceda a extradição o grupo, eles enfrentarão nos Estados Unidos as mesmas acusações por crime organizado, lavagem de dinheiro e de violação de leis de direitos autorais.
Mansão de Dotcom tinha travas eletrônicas e Cadillac cor-de-rosa
No sábado, dois dias após a prisão do fundador do Megaupload.com a polícia da Nova Zelândia revelou detalhes curiosos sobre o caso que envolve suspeita de roubo de dados protegidos por direitos autorais na internet em uma mansão com travas eletrônicas, um cofre e um Cadillac cor-de-rosa. O site Daily Mail, revelou algumas fotos da mansão e dos carros apreendidos, entre eles o veículo rosa.
A polícia apreendeu US$ 4,8 milhões em carros de luxo, como Rolls Royce, Mercedes e Lamborghini. Também foram confiscados US$ 50 milhões em ativos e 18 nomes de domínio que formavam a rede Megaupload. Também foram recolhidos US$ 8 milhões depositados em instituições financeiras.
Kim Dotcom, de nacionalidade alemã, também conhecido como Kim Schmitz, foi um dos quatro homens presos na sexta-feira, um dia antes de completar 38 anos, em uma investigação sobre as operações do site Megaupload.com, conduzida pelo Federal Bureau of Investigation (FBI).
Um funcionário da polícia afirmou que dezenas de policias, com o apoio de helicópteros, forçaram a entrada na mansão, situada em uma luxuosa área de fazendas, após Dotcom ter negado permissão para sua entrada, em uma cena que lembra mais um filme de espião do que a rotina policial na Nova Zelândia rural.
- Apesar de nossa equipe ter se identificado claramente, o Sr. Dotcom voltou para dentro da casa e ativou uma série de mecanismos de travas eletrônicas - disse o inspetor-detetive Grant Wormald, da agência de crimes organizados e financeiros da Nova Zelândia.
Policiais quebraram as travas e Dotcom formou uma barricada em torno de uma sala com um cofre, sendo preciso que a polícia abrisse caminho para chegar a ele.
- Quando eles obtiveram passagem para esta sala, eles encontraram o Sr. Dotcom perto de uma arma de fogo parecida com uma espingarda encurtada - disse.
- Definitivamente não foi tão simples como bater na porta da frente.
Cadeias televisivas mostraram imagens de seus carros, entre eles um Cadillac cor-de-rosa e um Rolls-Royce Drophead Coupe, quando eram removidos da propriedade, uma das maiores e mais caras do país.
Megaupload quer ativos de volta e combater acusações
Segundo informações da Reuters, o Megaupload.com está tentando recuperar seus servidores e voltar para a internet, disse um advogado da companhia na sexta-feira.
- A companhia está analisando suas opções legais para reaver seus servidores e seu domínio e colocá-los novamente em funcionamento - disse à Reuters Ira Rothken, um dos advogados do Megaupload.
- O Megaupload irá defender-se vigorosamente.
Ele afirmou que a companhia oferecia simplesmente armazenagem de dados on-line.
- É realmente ofensivo afirmar que só porque as pessoas podem armazenar coisas ruins o Megaupload é automaticamente responsável - disse.
Mas as autoridades americanas não pensam o mesmo e caracterizaram de forma negativamente a companhia, afirmando que o Megaupload disponibilizava materiais protegidos por copyright como músicas, programas de televisão, filmes, pornografia e até vídeos propagandeando o terrorismo.
Usuários podiam subir conteúdos para o site da empresa, que criava um link para que outras pessoas baixassem os arquivos, segundo a acusação. Alguns usuários pagavam assinaturas para velocidades maiores de download, o que gerava receita para a companhia.
Apesar de reclamações dos detentores de copyright, o Megaupload não removia todo o material quando isso lhe era solicitado, afirmaram os procuradores. Executivos da empresa teriam lucrado os mais de US$ 175 milhões com assinaturas e publicidade.
Após o fechamento do Megaupload, o grupo hackativista Anonymous derrubou os sites do Departamento de Justiça americano, da Recording Industry American Association (RIAA, que representa as gravadoras), da Motion Picture American Association (MPAA, que reúne os estúdios de Hollywood) e do Universal Music Group. Eles também tentaram derrubar o site da Casa Branca, sem sucesso.
— Foi mesmo em retaliação à retirada do Megaupload do ar. E vem mais por aí — disse o porta-voz Barrett Brown, do Anonymous.
Hackers dizem que o Megaupload voltou ao ar em novo endereço, hospedado em servidores da Holanda. Mas, há informações de que seria um esquema de phishing (endereço falso que visa a capturar dados dos internautas).


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/tecnologia/fundador-do-megaupload-diz-que-inocente-mas-continua-preso-3739239#ixzz1kHiGDt29
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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

PROTESTO FACE STOP - SOPA

PROTESTO FACE  STOP - SOPA

AVATAR FACEBOOK

The Internet Strikes Back #OpMegaupload

Poucos minutos depois de o site ser encerrado, e DOJ liberando sua declaração, Anonymous entrou em ação e começou a derrubar uma tonelada de sites - incluindo sites para o Departamento de Justiça, os EUA Escritório de Direitos Autorais, a Universal Music, a RIAA, a MPAA e um monte de outros sites.




Department of Justice (Justice.gov)
Motion Picture Association of America (MPAA.org)
Universal Music (UniversalMusic.com)
Belgian Anti-Piracy Federation (Anti-piracy.be/nl/)
Recording Industry Association of America (RIAA.org)
Federal Bureau of Investigation (FBI.gov)
HADOPI law site (HADOPI.fr)
U.S. Copyright Office (Copyright.gov)
Universal Music France (UniversalMusic.fr)
Senator Christopher Dodd (ChrisDodd.com)
Vivendi France (Vivendi.fr)
The White House (Whitehouse.gov)
BMI (BMI.com) 
Warner Music Group (WMG.com)




Anônima lança maior ataque alguma vez, o governo paralisante e sites indústria da música. Hacktivistascom o Anonymous coletiva estão travando um ataque ao site da Casa Branca depois de ter conseguidoquebrar os sites para o Departamento de Justiça, Universal Music Group, RIAA e Motion Picture Association of America.

Muitos membros do Congresso têm apenas mudou sua posição sobre a controversa Lei da Pirataria PararOnline, ou SOPA, o ataque sobre Megaupload quinta-feira provou que os federais não precisam SOPAsua legislação ou irmã, PIPA, a fim de representar um golpe na Web .

Fundador do Megaupload é preso na Nova Zelândia

Fundador do Megaupload é preso na Nova Zelândia
REPRODUÇÃO/JC
Domínios vinculados ao Megaupload exibiam mensagens do governo americano nesta quinta-feira
Domínios vinculados ao Megaupload exibiam mensagens do governo americano nesta quinta-feira
As autoridades federais norte-americanas fecharam um dos maiores websites de compartilhamentos de dados  do mundo. O Megaupload saiu do ar nesta quinta-feira (19), depois que o seu fundador, Kim Schmitz, e outras sete pessoas foram presas sob a acusação de  infração de direitos autorais pela internet.
De acordo com o grande júri, o site – conhecido por ser um dos mais populares serviços pagos de compartilhamento, onde usuários anônimos transferiam grandes quantidades de conteúdo – teria causado um prejuízo de quase US$ 500 milhões para as empresas detentoras de copyright. A receita anual do Megaupload é estimada em US$ 175 milhões, o que torna as prisões, de acordo com a assessoria de imprensa do governo dos Estados Unidos, uma das maiores ações já realizadas em casos de direitos autorais no pais.
Quatro das sete pessoas, incluindo Schmitz, foram presas na Nova Zelândia pelo FBI (o departamento federal de investigação norte-americano).
As prisões ocorrem em um período que o governo norte-americano discute  a aprovação de uma série de medidas  antipirataria através de um projeto, chamado Stop Online Piracy Act (Sopa).

Fonte:http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=84536

Hackers dizem ter tirado site do FBI do ar por retaliação

Hackers dizem ter tirado site do FBI do ar por retaliação


Um grupo de hackers dos Estados Unidos, o Anonymous, disse, emseu perfil no Twitter, que retirou o site do FBI (a polícia federal americana) do ar. A página já estava funcionando normalmente na manhã desta sexta-feira (20), mas na noite de ontem ficou inacessível por cerca de uma hora. 

Pela rede social, o grupo postou: “FBI.GOV Tango Down”. Apesar da queda do sistema, o governo americano não confirmou o ataque, que teria sido motivado pela censura ao site Megaupload, um dos maiores de compartilhamento de arquivos do mundo.  

A derrubada do endereço acontece um dia depois que páginas como a Wikipedia e a Craigslist tiraram seus sites do ar em protesto contra o SOPA e o PIPA, dois projetos de lei antipirataria que circulam nos Estados Unidos. No blog do Anonymous, foi publicado o seguinte esclarecimento: 

“Poucos minutos após o site (Megaupload) ter sito tirado do ar, e o Departamento de Justiça (DOJ, na sigla em inglês) ter divulgado um comunicado, o Anonymous entrou em ação e começou a derrubar toneladas de sites – incluindo o do próprio DOJ, do escritório de direitos autorais dos Estados Unidos, o da Universal Music, o da RIAA, o da MPAA, entre outros”.  


Fonte:http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=84558

FBI fecha site de partilha de ficheiros Megaupload





De acordo com uma nota emitida pelo Departamento de Justiça dos EUA, o Megaupload gerou de forma criminosa mais de 175 milhões de dólares (135 milhões de euros), “causando mais de 500 milhões em prejuízos para os detentores de direitos de autor”.

Os quatro suspeitos foram detidos na Nova Zelândia e o FBI suspeita ainda do envolvimento de três outras pessoas.

Entretanto, foi divulgado que o CEO do site é o músico e produtor americano Swizz Beatz, casado com a conhecida cantora Alicia Keys. Segundo a informação disponível, Beatz (que tem uma sólida carreira no mundo da música) não está entre os detidos.

O FBI confirmou a detenção do fundador do site Kim Schmitz, um cidadão alemão que já foi condenado por outras actividades criminosas online. Schmitz é também o responsável por outros sites, entre os quais o MegaPorn, o MegaVideo, o MegaLive e o MegaPix. Todos disponibilizam diferentes tipos de conteúdos e alguns também se encontram agora inacessíveis.

O Megaupload permitia a qualquer pessoa colocar ficheiros nos servidores da empresa, que tem sede em Hong Kong, e partilhá-los. Era frequentemente usado para partilhar ficheiros de música, vídeos e software, entre outros, infringindo direitos de autor.

O FBI está também a investigar os servidores do site espalhados pelo mundo.

Notícia corrigida às 23h47
Rectificado o prejuízo estimado para os detentores de direitos de autor. É de 500 milhões de dólares, não 500 mil milhões, como estava escrito.


Fonte:http://www.publico.pt/Tecnologia/fbi-fecha-site-de-partilha-de-ficheiros-megaupload-1529865

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Aprenda a programa $Part - 09

Bem vindo algoritmizeiros…
Parece que foi ontem que começamos nossa série de posts sobre algoritmos, na tentativa de fazer esse mundo melhor com mais programadores =D
Agora, no nono post da série, vamos aprender sobre estruturas de repetição.

Bom, até o momento, sempre fizemos algoritmos lineares, ou seja, ele possui um começo, meio e fim, e segue essa ordem…
As estruturas de repetição, irão repetir determinados comandos, até que uma comparação lógica se torne verdadeira ou falsa.
Vou explicar com exemplos, assim o entendimento se tornará mais fácil.
O Algoritmo abaixo, lê o nome e a nota de três provas de três alunos diferentes…
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
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15
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27
28
29
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31
32
33
34
35
36
37
38
39
40
41
42
43
Algoritmo "MediaHarmonica"
 
var
a, b, c, MH: real
nome: caractere
 
inicio
 
escreva ("Entre com o nome do aluno: ")
leia (nome)
escreval ("Entre com as notas das três provas")
escreva ("Digite a primeira nota: ")
leia (a)
escreva ("Digite a segunda nota: ")
leia (b)
escreva ("Digite a terceira nota: ")
leia (c)
MH <- 3/(1/a + 1/b +1/c)
escreval ("A média harmônica do aluno: ", NOME, " é ", MH)
escreva ("Entre com o nome do aluno: ")
leia (nome)
escreval ("Entre com as notas das três provas")
escreva ("Digite a primeira nota: ")
leia (a)
escreva ("Digite a segunda nota: ")
leia (b)
escreva ("Digite a terceira nota: ")
leia (c)
MH <- 3/(1/a + 1/b +1/c)
escreval ("A média harmônica do aluno: ", NOME, " é ", MH)
escreva ("Entre com o nome do aluno: ")
leia (nome)
escreval ("Entre com as notas das três provas")
escreva ("Digite a primeira nota: ")
leia (a)
escreva ("Digite a segunda nota: ")
leia (b)
escreva ("Digite a terceira nota: ")
leia (c)
MH <- 3/(1/a + 1/b +1/c)
escreval ("A média harmônica do aluno: ", NOME, " é ", MH)
 
fimalgoritmo

Ainda bem que só tínhamos três alunos…
E se fosse uma turma de 40 alunos?
Para isso vamos utilizar estruturas de repetição =)

Na estrutura repita – ate, todos os comandos serão executados e, ao final, haverá uma expressão lógica, para que avalie a repetição, esta que somente irá cessar quando essa expressão for verdadeira.
1
2
3
4
// sintaxe da estrutura de repetição
repita
    
ate
Agora um exemplo didático…
1
2
3
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algoritmo "DemonstraRepeticao"
 
var
i: inteiro
 
inicio
 
i <- 1
repita
    escreva(i)
    i <- i + 1
ate i > 10
 
fimalgoritmo
Este algoritmo irá retornar na tela do usuário os números: 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

Mais porquê?

Primeiramente foi declarado a variável i como inteiro, logo em seguida utilizamos uma estrutura de repetição, o repita-ate, pedimos para escrever o valor de i e acrescentamos ao seu valor mais uma unidade, ou seja, i + 1.

e até quando isso será repetido?

Até que o valor de i seja maior que 10…
Então quando o valor de i chegou a 11, ele perguntou se i era maior que 10, como a resposta foi verdadeira, ele encerrou a repetição e foi para o próximo comando…
Como não temos mais nada, encerramos nosso algoritmo.

Só que dessa vez, nós teremos 40 alunos em nossa classe!

Não! Agora que já sabemos utilizar uma estrutura de repetição, vamos poupar trabalho e resumir nosso algoritmo!
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Algoritmo "MediaHarmonica"
 
var
a, b, c, MH, i: real
NOME: caractere
 
inicio
 
i <- 1
Repita
    escreva("Entre com o nome do aluno: ")
    leia(nome)
    escreval ("Entre com as notas das três provas")
    escreva("Digite a primeira nota: ")
    leia(a)
    escreva("Digite a segunda nota: ")
    leia(b)
    escreva("Digite a terceira nota: ")
    leia(c)
    MH <- 3/(1/a + 1/b +1/c)
    escreval("A média harmônica do aluno: ", NOME, " é ", MH)
    i <- i + 1
ate i > 40
 
FimAlgoritmo