quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Nova arma dos Anônimos, JS LOIC permite atacar sites direto do navegador

Nova arma dos Anônimos, JS LOIC permite atacar sites direto do navegador
Versão JavaScript do LOIC roda inclusive do iPhone e Android sem precisar de nenhuma instalação.


A ferramenta usada pelos “Anônimos” nos ataques a favor do WikiLeaks agora tem uma versão que roda direto do navegador. O JS LOIC é baseado em JavaScript e por isto não precisa ser instalado, bastando acessar uma página da web para colaborar com os ataques.
Além da facilidade de usar, o JS LOIC traz a vantagem de rodar em qualquer navegador moderno, incluindo os navegadores do iPhone e Android. Segundo Sean-Paul Correll, da Panda Security, o JS LOIC não é tão eficiente quanto a versão original, instalada na máquina. Mas, por outro lado, abre a possibilidade de um número absurdamente maior de pessoas colaborar com os ataques. Para os ativistas digitais, o conceito é até romântico: usar pequenos aparelhos celulares para atacar grandes sites é o possivelmente a coisa mais próxima de uma intifada online.
O LOIC (Low Orbit Ion Cannon, http://j.mp/hlipcB) é a ferramenta escolhida pelo grupo anônimo para derrubar sites usando a técnica de DDoS, e pode ser instalada em qualquer computador com Windows. Também há versões da “arma” em Java (e, portanto, multiplataforma – http://j.mp/e1cvuJ) e específicas para Linux e Mac (http://j.mp/dMKk7D). A versão em JavaScript pode ser encontrada em http://j.mp/i4korB, e qualquer um pode baixar e colocar em sua página da web.

AnonOps diz que continuará derrubando sites

AnonOps diz que continuará derrubando sites

O perfil AnonOps do twitter, ligado ao grupo Anonymous, publicou mensagem negando o abandono da “Operation: Payback”, que derrubava sites como protesto contra o cerco virtual ao WikiLeaks. Na mensagem, o AnonOps diz que a nova “Operação: Leakspin”, que visa inundar canais de comunicação online com os vazamentos do WikiLeaks será feita em paralelo aos ataques de DDoS do “Payback” sem os subtituir.
Mas vídeos e imagens divulgados na rede contradizem esta versão, propondo substituição das ações. Isto ocorre pela natureza horizontal, anônima e caótica do “Anonymous”, que não tem lideranças ou hierarquia rígidas, e portanto, se dividem facilmente em “facções” que nem sempre se comunicam ou concordam. “Anonymous” é uma denominação geral para usuários que publicam em fóruns online sem se identificar, nem mesmo com apelidos. A origem do nome remonta ao fórum 4chan, onde posts cujos autores não se identificam são marcados com a expressão “Anonymous”.
O ativismo online, também chamado de hacktivismo, tem como marco a “Operation: Payback” (Operação: Troco), que se realizou ataques de DDoS contra sites das associações de gravadoras e estúdios. A iniciativa era uma resposta a ataques semelhantes promovidos pelas entidades contra sites de torrent como o “The Pirate Bay”. O revide foi promovido nos fóruns online em salas de bate-papo do tipo IRC, onde os moderadores são comumente chamados de “Op” – daí o nome “AnonOps”.
Mais recentemente, o “Operation: Payback” voltou sua artilharia contra entidades que promoveram o cerco ao Assange, mas um “contra-ataque” tirou do ar o servidor de bate-papo onde os ativistas se reuniam. Durante esta dispersão, participantes do grupo se reorganizaram e publicou vídeos e imagens anunciando a “Operation: Leakspin”, que propõe inundar canais de conteúdo com vazamentos “disfarçados” de outro material.
A Geek visitou as salas de bate-papo do grupo, e viu discussões dedicadas tanto à desordem proposta pelo Leakspin quanto à derrubada de sites típicas do Payback. Ainda que longe de vazias, as salas tinham menos participantes que na semana passada, provavelmente em decorrência dos ataques que mantiveram os servidores constantemente fora do ar nos últimos dias.



Fonte:goo.gl/cgzJb

Hacker divulga ferramenta que desvenda vulnerabilidades em navegadores; Microsoft protesta

Hacker divulga ferramenta que desvenda vulnerabilidades em navegadores; Microsoft protesta


Engenheiro do Google Michal Zalewski alega ter avisado a Microsoft em julho, empresa de Redmond diz que problemas só foram descobertos em dezembro.

Aylons Hazzud

Uma pequena ferramenta chamada cross_fuzz está causando rebuliço no mundo dos navegadores, com protestos da Microsoft contra a publicação da ferramenta. O pequeno software foi criado especificamente para descobrir falhas em navegadores e tem se revelado muito competente nesta função: Internet Explorer, Firefox, Opera e navegadores baseados no WebKit (Google Chrome e Safari) já tiveram algumas falhas expostas pelo programinha.
A ferramenta foi criada em meados do ano passado pelo hacker Michal “lcamtuf” Zalewski, atualmente funcionário do Google. As falhas descobertas foram repassadas aos responsáveis por cada navegador a fim de que as falhas pudessem ser corrigidas, assim como o próprio cross_fuzz. E aí surge a confusão: enquanto as equipes da Mozilla, Opera e WebKit (o que inclui o Google) já tomaram providências para corrigir as falhas, a Microsoft não consertou o Internet Explorer, preferindo pedir a Zalewski que não divulgasse o programa. Zalewski recusou, e agora a Microsoft o acusa de facilitar a vida dos bandidos online.
Zalewski publicou um relato (http://bit.ly/gkQjjC) de seus contatos com a Microsoft e explica que decidiu publicar o software no tempo previsto por acreditar que as falhas já são conhecida por invasores chineses (http://bit.ly/icZReX). O relações-pública da Microsoft Jerry Bryant alega que até o dia 21/12/10 a empresa de Redmond não havia identificado nem sido informada por Zalewski de nenhuma falha, e por isto ainda a correção ainda não foi liberada.
A falha não é das mais críticas, pois nos Windows Vista e 7 o IE roda em modo protegido, limitando o impacto da vulnerabilidade, e também porque ainda não foi encontrada nenhum vírus ou ataque que faça uso desta brecha de segurança. O efeito mais imediato é portanto o aumento da animosidade entre o Google, onde Zalewski trabalha como engenheiro de segurança de sistemas, e a Microsoft, que em julho havia se queixado da divulgação de outra falha do Windows pelo Google.

Fonte:http://aylons.geek.com.br/posts/14487-hacker-divulga-ferramenta-que-desvenda-vulnerabilidades-em-navegadores-microsoft-protesta

Brasil rei do spam ?

Brasil rei do spam

Nos últimos anos, diversos relatórios têm apontado um crescimento surpreendente na quantidade de spams supostamente originados em redes brasileiras. Muita polêmica tem sido gerada sobre o tema, e esta atividade discutirá os problemas apontados por estas pesquisas e as medidas mais efetivas para os superarmos.
Grande parte desse spam e proveniente de redes Hacking – Banker em busca de vitimas pra paginas fraudulentas, ou executáveis de capturar de senhas.
Servidores Linux são muito cobiçados pelos Spammes pelas suas funções de envio e execução de scripts perls, que podem ser usados para Scanner de sites vull, chamados bot-scan.

Famoso Banco de dados do Google Hacking (GHDB)! ou "googledorks"

Google Hacking GHDB

Aqui é disponibilizado um grande conteúdo de caráter Hacking google
O famoso banco de dados GoogleDorcks não fica de fora, logo abaixo seguem uma seria de links onde as strings de pesquisa são expostas.

Banco de dados do Google Hacking (GHDB)!
Nós os chamamos de 'googledorks': inepto ou pessoas tolas como revelado pelo Google. Tudo o que você chamar esses tolos, você encontrou o centro do Universo Google Hacking! Pare por nossos para ver onde a magia acontece!

Avisos e Vulnerabilidades (215 cadastros)
Estas buscas localizar servidores vulneráveis. Estas pesquisas são, muitas vezes gerada a partir de vários postos de segurança consultivo e, em muitos casos, são produto ou específico da versão.

Error Messages (68 entries)
Realmente retardado mensagens de erro que diz way too much! 

Arquivos contendo informações suculento (230 cadastros)
Não usernames ou senhas, mas nenhum material interessante a menos. 

Os arquivos contendo senhas (135 cadastros)
SENHAS, para o AMOR DE DEUS! O Google descobriu que senhas! 

Arquivos contendo nomes de usuário (15 entradas)
Estes arquivos contém os nomes de usuários, senhas, mas não ... Ainda assim, o Google encontrar nomes em um site ..

Pontos de apoio (21 cadastros)
Exemplos de consultas que podem ajudar um hacker ganhar uma posição segura em um servidor web 

Páginas contendo portais de login (232 cadastros)
Estas são páginas de login para diversos serviços. Considerá-los pela porta da frente das funções mais sensíveis de um site. 

Páginas de rede que contém dados ou vulnerabilidade (59 cadastros)
Estas páginas contêm coisas como logs de firewall, honeypot logs, informações de rede, logs IDS ... todos os tipos de coisas divertidas! 

Diretórios sensíveis (61 cadastros)
coleta do Google de web sites compartilhando diretórios sensíveis. Os arquivos contidos aqui vai variar de sesitive a super-secreta! 

Compras on-line sensível Info (9 cadastros)
Exemplos de consultas que podem revelar informações de compras online, como dados de clientes, fornecedores, pedidos, números de cartão de crédito, informações de cartão de crédito, etc 

Vários Online Devices (201 cadastros)
Esta categoria contém coisas como impressoras, câmeras de vídeo, e toda sorte de coisas legais que encontrei na web com o Google. 

Vulnerável Arquivos (57 cadastros)
Centenas de arquivos vulneráveis que o Google pode encontrar em sites ... 

Servidores Vulneráveis (48 cadastros)
Essas pesquisas revelam servidores com vulnerabilidades específicas. Estes são encontrados em uma maneira diferente do que as pesquisas encontradas na seção "Arquivos de Vulnerável" seção. 

Web Server Detecção (72 cadastros)
Essas ligações demonstram a capacidade incrível do Google para seu perfil servidores web ..

Governo lança projeto de internet banda larga em escolas

Governo lança projeto de internet banda larga em escolas


Depois de nove meses de negociação, governo e empresas de telefonia lançam nesta segunda-feira (7), no Palácio do Planalto, um programa para levar internet gratuita em banda larga a 55 mil escolas públicas de todo o país até dezembro de 2010.

O lançamento exigiu tanto tempo de negociação porque foi preciso fazer um ajuste nos contratos das operadoras. As concessionárias ficaram desobrigadas de instalar Postos de Serviços de Telecomunicações (PSTs), espécie de telecentro com orelhões e acesso à internet. Em contrapartida, a estrutura de banda larga a espalhar pelo interior do País incluirá a internet em alta velocidade para todas as escolas públicas urbanas.


O projeto, que será implementado pelas concessionárias de telefonia fixa, é considerado um dos mais importantes do segundo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seu lançamento será usado pelo governo também para tirar o foco da crise em torno do dossiê da Casa Civil sobre os gastos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.


Para a cerimônia, foram convidados os ministros da Casa Civil, Dilma Rousseff, das Comunicações, Hélio Costa, e da Educação, Fernando Haddad, além do presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Ronaldo Sardenberg, e dos presidentes das concessionárias, entre elas a Telefônica, a Oi e a Brasil Telecom.

  Modelo
O acordo pode representar um primeiro passo para concluir a meta do governo de levar internet em alta velocidade a todas as escolas públicas do país. Esse modelo de universalização dos serviços pode ser usado também como medida compensatória para permitir a compra da Brasil Telecom pela Oi, hoje proibida pela legislação. As duas empresas, juntas, levariam a banda larga a cerca de 90 mil escolas públicas restantes, instaladas na zona rural.


O programa, que já foi aprovado pela Anatel, prevê que as empresas, até dezembro de 2010, construam a infra-estrutura de banda larga para permitir o acesso à internet em 3.439 municípios. Hoje, apenas 2.125 municípios dispõem desses serviços.

A idéia é de que as concessionárias levem a infra-estrutura até a sede da cidade. A partir daí, a própria concessionárias ou outras empresas que aluguem a rede poderão oferecer serviços de internet à população em geral.


Dos 3.439 municípios, 40% deverão ser atendidos até dezembro deste ano. No fim de 2009, 80% do total já terão que dispor da infra-estrutura de banda larga, e todos os municípios terão que ser atendidos até o fim de 2010.


A maior ampliação da cobertura de banda larga terá de ser feita pela Oi. Do total de municípios, 2.730 estão na região atendida pela concessionária, que compreende 16 Estados; 452, na área da Brasil Telecom; e 257, na área da 
Telefônica.

Campus party Arduino: construindo robôs com software e hardware livres


Arduino: construindo robôs com software e hardware livres

arduino
Arduino é uma plataforma de hardware e software livres na qual entusiastas de eletrônica, programadores e designers podem criar projetos no melhor estilo "faça você mesmo". A intenção é difundir a plataforma, bastante utilizada para prototipagem e como plataforma de ensino nas áreas de eletrônica e desenvolvimento de software. Também foram apresentados projetos criados pelo grupo ArduInRio.  

Oficineiro:
Álvaro Fernandes de Abreu Justen
- Graduando em Engenharia de Telecomunicações pela UFF, desenvolve atividades de pesquisa, ensino e extensão, além de ser usuário e ativista de software livre, desenvolvedor do web2py e disseminador do Arduino.


VEJA NO CAMPUSTV        VEJA APRESENTAÇÃO

Fonte:http://www.campus-party.com.br/2011/software-livre.html

Campus Party Ao vivo

Campus Party Ao vivo
Já está rolando a todo o vapor o maior encontro tecnológico do mundo!  a reunião de 6.800 campuseiros apaixonados por tecnologia e pela mais intensa troca de conhecimentos. Neste momento, esta lançando tendências, produzindos conteúdos e compartilhando o melhor que a web brasileira é capaz de oferecer!

Boa parte desta grande festa está aberta ao público. A Zona Expo é 100% gratuita, e contará com atrações incríveis para todos os públicos, com estandes e ações especiais de algumas das maiores marcas do Brasil e do mundo!

Assista CAMPUS PARTY AO VIVO

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Hospede videos no Google docs e assista nas nuvens

Assista os vídeos diretamente no Google Docs
Depois de permitir o acesso ao conteúdo do pacote Office, o Google Docs traz mais uma melhoria para o usuário: agora você pode mandar os vídeos do seu computador para a lista de documentos do Google, acessando-os quando quiser diretamente nas nuvens.
Diferente de apenas guardar o documento, o Google Docs disponibiliza um player, no estilo do YouTube, para você assistir o vídeo no navegador. Dessa forma, você não precisa de outros programas, de computadores desconhecidos, para executar aquelas imagens.
Para isso, basta clicar em “Upload”, no canto superior esquerdo da página. Ali você arrasta ou busca os arquivos que quer deixar disponíveis para seu acesso online, da mesma forma que faz com as informações em bloco de notas ou que foram feitas por meio do Office.
Fala upload dos arquivos rapidamente
O tamanho máximo permitido para os vídeos é de 1 GB e resolução de 1920x1080.  No blog do Google, uma dica recomendada é que você faça upload dos arquivos no formato original e com a maior qualidade possível. Os formatos aceitos pelo Docs são:
  • WebM Files (codecs de vídeo VP8 e Vorbis)
  • MPEG 4, 3GPP e MOV (codecs de vídeo H.264 e MPEG4 e de áudio AAC)
  • AVI (formato usado por várias câmeras, com codecs típicos MJPEG e PCM para áudio)
  • MPEGPS (MPEG 2 para vídeos e MP2 para áudio)
  • WMV
  • FLV (Adobe, ou seja, codec de vídeo FLV 1 e de áudio MP3)
Outra dica do site é que os tamanhos do vídeo e do áudio sejam os mesmos, para que não haja problemas na hora de fazer o upload para a conta. Caso ele mostre a frase “Unable to process this vídeo”, o arquivo está corrompido ou não é compatível com o player do Google Docs.
Arraste ou procure o conteúdo no computador
Ao assistir o vídeo, você terá as informações (na lateral direita) sobre o dono do arquivo e a data em que o arquivo foi enviado para a conta, e se ele é ou não compartilhado. Você pode também fazer o download de versões antigas do vídeo, porém não pode visualizá-las no player. Para isso, delete as versões mais recentes daquele arquivo, que foram atualizadas por você, e aguarde o processamento.

NASA levará estudantes brasileiros para estágio no Alaska

Marco Comberiate, durante palestra na Campus Party
A NASA pretende levar um grupo de dez estudantes brasileiros para um período de estágio em uma de suas bases nos Estados Unidos, mais precisamente no Alaska. Essa foi a proposta apresentada na Campus Party Brasil 2011 por Michael Comberiate, engenheiro da Agência Espacial Norte-Americana, durante palestra realizada na tarde de ontem (18).
Juntamente com o engenheiro Marco Figueiredo, os estudantes participariam de um programa envolvendo robôs para coleta de imagens em solo terrestre e em áreas inóspitas ou de difícil acesso. O estágio seria na área de desenvolvimento de software e os estudantes participariam do processo de criação e execução.
Atuando na NASA desde 1969, Comberiate afirmou que o desafio maior do projeto é fazer com que o software seja capaz de indexar imagens em 3D. "Um robô de estudos será disponibilizado na Universidade do Vale do Rio Doce, em Governador Valadares (MG). A equipe que apresentar a melhor proposta de trabalho viajará para uma das bases da NASA e fará um estágio de três meses".
O site do projeto ainda está em desenvolvimento, mas os estudantes que quiserem mais informações sobre o processo seletivo e o objeto de estudo podem tirar suas dúvidas pelo email [email protected].

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Hacking Megaupload

hacking megaupload
Hacking Megaupload

Basta digitar o que desejas do MEGAUPLOAD que essa busca persolizado google pega pra você, desde musicas , mp3, .wma , .vob , .mp4. filmes , jogos .rar .zip .exe programas

Loading


Hackiando 4shared

Hackiando 4shared
Hacking 4SHARED
Basta digitar o que desejas do 4SHARED que essa busca personalizado google pega pra você, desde musicas , mp3, .wma , .vob , .mp4. filmes , jogos .rar .zip .exe programas

Loading


Ajude o google encontrar seu site

Ajude o google encontrar seu site
Siga as diretrizes abaixo para ajudar o Google a encontrar, indexar e classificar o seu site. Mesmo que você decida não implementar as sugestões, recomendamos que preste atenção às "Diretrizes de qualidade", que destacam algumas práticas ilícitas que podem levar à remoção do seu site do índice do Google ou a outro tipo de penalidade. Se um site for penalizado, ele não será mais exibido nos resultados no Google.com.br ou em qualquer site parceiro do Google.

Quando o seu site estiver pronto:
Diretrizes de conteúdo e design
  • Construa um site com uma hierarquia clara e links de texto. Cada página deve ser acessada a partir de pelo menos um link de texto estático.
  • Mostre aos usuários um mapa do site que relacione o tópico às partes importantes do seu site. Se o mapa do site tiver muitos links, convém dividi-lo em várias páginas.
  • Utilize um número razoável de links por página.
  • Crie um site útil, com muitas informações e páginas que descrevam de forma clara e precisa o seu conteúdo.
  • Pense nas palavras que os usuários digitariam para encontrar as suas páginas e verifique se elas aparecem no seu site.
  • Tente usar texto, em vez de imagens, para exibir nomes, conteúdo ou links importantes. O rastreador do Google não reconhece texto contido em imagens. Se for necessário usar imagens para conteúdo de texto, avalie a possibilidade de usar o atributo "ALT" para incluir algumas palavras de texto descritivo.
  • Verifique se os elementos e os atributos alt são descritivos e precisos.
  • Verifique se há links quebrados e corrija o código HTML.
  • Se você decidir usar páginas dinâmicas (por exemplo, o URL que contém um caractere “?”), saiba que nem todos os spiders de mecanismos de pesquisa rastreiam as páginas dinâmicas e estáticas. Isso ajuda a manter os parâmetros curtos e a quantidade desses parâmetros pequena.
  • Analise as nossas diretrizes para imagens para conhecer as práticas recomendadas na publicação de imagens.
Diretrizes técnicas
  • Use um navegador de texto como o Lynx para examinar o seu site, pois muitos spiders de mecanismos de pesquisa veem o site do mesmo modo que o Lynx. Se recursos especiais como JavaScript, cookies, IDs de sessão, frames, DHTML ou Flash permitirem que você veja todo o site em um navegador de texto, os spiders dos mecanismos de pesquisa poderão ter dificuldade em rastrear o seu site.
  • Deixe que os robôs de pesquisa rastreiem o seu site sem que IDs de sessão ou argumentos acompanhem suas trajetórias no site. Essas técnicas são úteis para monitorar um determinado comportamento do usuário, mas o padrão de acesso dos robôs é completamente diferente. Se você usar essas técnicas, a indexação do seu site poderá ser incompleta, já que os robôs talvez não consigam eliminar os URLs que têm aspecto diferente, mas que apontam para a mesma página.
  • Verifique se o servidor web suporta o cabeçalho "If-Modified-Since HTTP". Esse recurso permite que o servidor web informe ao Google se houve alteração no conteúdo desde o último rastreamento do site. A utilização desse recurso permite obter economia na largura de banda e nas despesas gerais.
  • Use o arquivo robots.txt no servidor web. Esse arquivo informa aos rastreadores quais diretórios podem ou não ser rastreados. Verifique se ele está disponível no site para que você não bloqueie acidentalmente o rastreador do Googlebot. Acesse http://www.robotstxt.org/faq.html para saber como instruir os robôs quando visitarem o site. Você pode testar seu arquivo robots.txt para verificar se está utilizando-o corretamente com a ferramenta de análise do robots.txt disponível nas Ferramentas do Google para webmasters.
  • Faça um esforço para garantir que os anúncios não interfiram nas classificações dos mecanismos de pesquisa. Por exemplo, os anúncios do Google AdSense e os links do DoubleClick têm o rastreamento bloqueado por um arquivo robots.txt.
  • Se a sua empresa adquirir um sistema de gerenciamento de conteúdo, verifique se o sistema cria páginas e links que podem ser rastreados pelos mecanismos de pesquisa.
  • Use o arquivo robots.txt para evitar a indexação de páginas de resultados de pesquisa ou outras páginas geradas automaticamente que não acrescentam valor para usuários provenientes de mecanismos de pesquisa.
  • Teste o site para verificar se ele aparece corretamente em navegadores diferentes.
  • Monitore o desempenho do seu site e otimize os tempos de carregamento. A meta do Google é fornecer aos usuários resultados mais relevantes e uma ótima experiência. Sites mais rápidos aumentam a satisfação do usuário e melhoram a qualidade geral da web (especialmente para os usuários com conexões lentas com a internet), e esperamos que, à medida que os webmasters aprimoram os seus sites, a velocidade geral da web melhore. O Google recomenda a todos os webmasters monitorar regularmente o desempenho do site usando o Page Speed, o YSlow, o WebPagetest ou outras ferramentas. Para obter mais informações, ferramentas e recursos, consulte Vamos tornar a web mais rápida. Além disso, a ferramenta Desempenho do site nas Ferramentas do Google para webmasters mostra a velocidade do seu site conforme a experiência de usuários do mundo todo.
Diretrizes de qualidade
Essas diretrizes de qualidade tratam das formas mais comuns de comportamento fraudulento ou manipulador, mas o Google pode responder de forma negativa a outras práticas enganosas que não estão listadas aqui (por exemplo, registrar sites com nomes semelhantes aos de sites conhecidos, mas com uma ligeira diferença ortográfica). O fato de uma determinada técnica fraudulenta não constar desta página não significa que ela seja aprovada pelo Google. Os webmasters que se esforçam para manter os princípios básicos certamente proporcionarão uma melhor experiência aos usuários e, consequentemente, obterão melhores classificações do que aqueles que perdem tempo à procura de atalhos e brechas.
Se você acreditar que outro site está abusando das diretrizes de qualidade do Google, denuncie esse site em https://www.google.com/webmasters/tools/spamreport. O Google prefere resolver os problemas de forma automatizada e escalonável. Por isso, tentamos minimizar conflitos em relação a spams. As informações sobre spam que recebemos são usadas para criar algoritmos escalonáveis que reconheçam e bloqueiem futuras tentativas de spam.
Diretrizes de qualidade - princípios básicos
  • Crie páginas principalmente para os usuários, não para os mecanismos de pesquisa. Não engane os seus usuários nem apresente aos mecanismos de pesquisa um conteúdo diferente daquele que você exibe aos usuários, o que normalmente é chamado de "cloaking" (camuflagem do conteúdo real da página).
  • Evite truques para melhorar a classificação nos mecanismos de pesquisa. Um bom parâmetro é imaginar se você se sentiria à vontade se tivesse que justificar as suas ações para um site concorrente. Outro teste útil é perguntar a si mesmo: "Isso ajudará os meus usuários? Eu faria isso se os mecanismos de pesquisa não existissem?"
  • Não participe de esquemas em que os links são usados para aumentar a classificação do seu site ou que utilizem o PageRank. Evite, principalmente, links para autores de spam ou para "más vizinhanças" na web, já que esses tipos de link podem prejudicar a classificação do seu site.
  • Não use programas não-autorizados para enviar páginas, verificar classificações etc. Esses programas consomem recursos de computação e violam os nossos Termos de Serviço O Google não recomenda a utilização de produtos como WebPosition Gold™, que enviam consultas automáticas ou programadas ao Google.
Diretrizes de qualidade - diretrizes específicas
Se concluir que o seu site não cumpre essas diretrizes, modifique-o para que ele cumpra as diretrizes e, em seguida solicite a reconsideração do seu site.


Fonte:http://www.google.com/support/webmasters/bin/answer.py?answer=35769

Conceitos básicos do Google: como o Google rastreia, indexa e publica na web.

Conceitos básicos do Google: como o Google rastreia, indexa e publica na web.

Ao sentar em frente ao seu computador e fazer uma pesquisa no Google, você visualiza quase que instantaneamente uma lista de resultados de toda a web. Como o Google encontra páginas que correspondem à sua consulta e determina a ordem dos resultados de pesquisa? Em termos mais simples, a pesquisa na web é como procurar em um livro muito grande com um índice impressionante que diz exatamente onde tudo está localizado. Quando você faz uma pesquisa no Google, os programas verificam o índice para determinar os resultados de pesquisa mais relevantes que devem ser retornados ("publicados") para você.
Os três principais processos de retorno de resultados de pesquisa são:

Rastreamento
                                                            
O rastreamento é o processo pelo qual o Googlebot descobre páginas novas e atualizadas para serem incluídas no índice do Google.
Nós usamos um grande conjunto de computadores para buscar (ou "rastrear") bilhões de páginas na web. O programa que faz a busca é chamado Googlebot (também conhecido como robô, bot ou spider). O Googlebot usa um processo de algoritmos: programas de computador que determinam quais sites devem ser indexados, com que frequência e quantas páginas devem ser buscadas em cada site.
O processo de rastreamento do Google começa com uma lista de URLs de páginas web, gerada a partir de processos anteriores de rastreamento e aumentada com dados dos Sitemaps fornecidos por webmasters. Conforme o Googlebot visita cada um desses sites, ele detecta os links de cada página e os inclui na sua lista de páginas a serem rastreadas. Novos sites, alterações em sites existentes e links inativos serão detectados e usados para atualizar o índice do Google.
O Google não aceita pagamento para rastrear um site com mais frequência, o mantem a área de pesquisa de  negócios separada dos serviços geradores de receita do AdWords.
Indexação
                                                              
O Googlebot processa cada uma das páginas que ele rastreia para compilar um imenso índice com todas as palavras encontradas e sua localização em cada página. Além disso, processamos informações incluídas nos principais atributos e tags de conteúdo, como tags Title e atributos ALT. O Googlebot pode processar muitos tipos de conteúdo, mas não todos. Por exemplo, não podemos processar o conteúdo de alguns arquivos de mídia elaborada ou páginas dinâmicas.
Publicação de resultados
                                                            
Quando um usuário insere uma consulta, nossas máquinas pesquisam o índice de páginas correspondentes e retornam os resultados que acreditamos ser os mais relevantes para os usuários. A relevância é determinada por mais de 200 fatores, entre eles o PageRank para uma determinada página. O PageRank é a medida da importância de uma página com base nos links de entrada de outras páginas. Em termos mais simples, cada link para uma página em seu site a partir de outro site adiciona um PageRank ao seu site. Nem todos os links são iguais: o Google trabalha com afinco para melhorar a experiência do usuário, identificando links de spam e outras práticas que afetam negativamente os resultados de pesquisa. Os melhores tipos de links são aqueles retornados com base na qualidade do seu conteúdo.
Para que o seu site seja bem classificado nas páginas de resultados de pesquisa, é importante verificar se o Google pode rastrear e indexar o seu site corretamente. As Diretrizes para webmasters destacam algumas das melhores práticas que podem ajudar você a evitar as armadilhas comuns e melhorar a classificação do seu site.
Os recursos do Google Pesquisas relacionadas, Sugestões de ortografia e Google Suggest foram desenvolvidos para ajudar os usuários a economizar tempo exibindo termos relacionados, erros de digitação comuns e consultas populares. Como os  resultados de pesquisa do google.com.br, as palavras-chave usadas por esses recursos são geradas automaticamente rastreadores da web e algoritmos de pesquisa. Exibem essas sugestões apenas quando acham que podem economizar o tempo do usuário. Se um site estiver bem classificado para uma palavra-chave, é porque o google determinal com base em algoritmos que seu conteúdo é mais relevante para a consulta do usuário.


Fonte:http://www.google.com/support/websearch/bin/answer.py?answer=106230

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Otimização de mecanismos de pesquisa (SEO)

SEO

SEO é o acrônimo em inglês de "otimização do mecanismo de pesquisa" ou "otimizador do mecanismo de pesquisa". A contratação de um SEO é uma decisão importante que pode aperfeiçoar seu site e poupar tempo, mas você também corre o risco de prejudicar seu site e sua reputação. Pesquise as vantagens potenciais, bem como os danos que um SEO irresponsável pode causar ao seu site. Muitos SEOs e outros consultores e agências oferecem serviços úteis para proprietários de sites, incluindo:
  • Análise do conteúdo ou da estrutura do seu site
  • Consultoria técnica sobre desenvolvimento de sites: por exemplo, hospedagem, redirecionamentos, páginas de erro, uso do JavaScript
  • Desenvolvimento de conteúdo
  • Gerenciamento de campanhas de desenvolvimento de negócios on-line
  • Pesquisa de palavras-chave
  • Treinamento de SEO
  • Experiência em regiões e mercados específicos.
A página de resultados do Google inclui resultados de pesquisa orgânicos e, frequentemente, publicidade paga (indicada pelo título "Links patrocinados") também. Anunciar no Google não terá qualquer efeito na presença do seu site em nossos resultados de pesquisa. O Google nunca aceita dinheiro para incluir ou classificar sites nos resultados de pesquisa; não há custos para aparecer em nossos resultados de pesquisa orgânicos. Recursos gratuitos, como as Ferramentas do Google para webmasters, o blog oficial do Google para webmasters e nosso fórum de discussão, podem oferecer excelentes informações sobre como otimizar o seu site para pesquisa orgânica. Muitas dessas fontes gratuitas, além de informações sobre pesquisa paga, podem ser encontradas na Central do webmaster do Google.
Antes de iniciar sua pesquisa por um SEO, é recomendável tornar-se um consumidor informado e se familiarizar com o modo como os mecanismos de pesquisa funcionam. Recomendamos iniciar aqui:
Se você estiver pensando em contratar um SEO, quanto antes melhor. Um bom momento para a contratação é quando você estiver pensando em mudar o design do site ou planejando lançar um novo site. Dessa maneira, você e o seu SEO podem garantir que o seu site seja criado para ser conveniente para mecanismos de pesquisa do início ao fim. Porém, um bom SEO também pode ajudar a melhorar um site existente.
Algumas perguntas úteis a serem feitas a um SEO incluem
  • Você pode me mostrar exemplos de trabalhos anteriores e compartilhar algumas histórias de sucesso?
  • Você segue as Diretrizes do Google para webmasters?
  • Você oferece algum serviço ou orientação de marketing para complementar o seu negócio de pesquisa orgânico?
  • Que tipo de resultados você espera ver e em que período de tempo? Como você mede seu sucesso?
  • Qual é a sua experiência no meu setor?
  • Qual é a sua experiência no meu país ou em minha cidade?
  • Qual é a sua experiência no desenvolvimento de sites internacionais?
  • Quais são suas técnicas mais importantes de SEO?
  • Há quanto tempo você está no mercado?
  • Como me comunicarei com você? Você me informará sobre todas as alterações feitas no meu site e fornecerá informações detalhadas sobre suas recomendações e a lógica por trás delas?
Embora os SEOs possam oferecer serviços valiosos aos clientes, alguns SEOs com comportamentos antiéticos são vistos com maus olhos no setor por suas práticas de marketing exageradamente agressivas e suas tentativas de manipular de forma inadequada os resultados dos mecanismos de pesquisa. Práticas que violam nossas diretrizes podem resultar em um ajuste negativo da presença do seu site no Google ou até mesmo na remoção do site do nosso índice. Veja alguns aspectos a serem considerados:
  • Tenha cuidado com firmas de SEO e consultores ou agências na web que enviam e-mails inesperados. Pode parecer incrível, mas nós também recebemos este tipo de spam:
    "Prezado google.com.br,
    Visitamos o seu site e constatamos que você não aparece na maioria dos principais diretórios e mecanismos de pesquisa..."
    Se você receber e-mails não solicitados sobre mecanismos de pesquisa, mantenha o mesmo ceticismo que teria em relação a pílulas dietéticas que "queimam a gordura enquanto você dorme" ou solicitações para ajudar a transferir o dinheiro de ditadores depostos.
  • Ninguém pode garantir a classificação em primeiro lugar no Google. Cuidado com os SEOs que dizem garantir a sua classificação ou ter um "relacionamento privilegiado" com o Google ou que anunciam um "envio prioritário" para o Google. Não existe envio prioritário para o Google. Na verdade, a única forma de enviar um site diretamente ao Google é através da nossa página Adicionar URLou enviando um Sitemap, e você pode fazer isso por conta própria sem custo algum.
  • Tome cuidado se uma empresa tiver muitos segredos ou não explicar claramente o que pretende. Se algo não estiver claro, peça explicações. Se um SEO criar um conteúdo fraudulento ou enganoso em seu nome, como páginas de entrada ou domínios "descartáveis", o seu site poderá ser removido do índice do Google. Em última análise, você é responsável pelas ações das empresas que contratar. Por isso, é melhor verificar exatamente como pretendem "ajudar" você. Se um SEO possui acesso ao FTP do seu servidor, ele deve explicar todas as alterações que estão sendo feitas no seu site.
  • Você nunca deve precisar ter um link para um SEO.Evite SEOs que falam do poder dos links "gratuitos e para todos", de esquemas de popularidade de links ou que enviam o seu site para milhares de mecanismos de pesquisa. Normalmente, essas ações são inúteis e não afetam a sua classificação nos resultados dos principais mecanismos de pesquisa; ao menos, não de uma forma que você consideraria positiva.
  • Escolha com cuidado. Em caso de dúvida em relação a um determinado SEO, pesquise o mercado. Evidentemente, você pode fazer isso no Google. Você também pode consultar algumas informações que saíram na imprensa, inclusive este artigo em inglês sobre um SEO especialmente agressivo: http://seattletimes.nwsource.com/html/businesstechnology/2002002970_nwbizbriefs12.html. Embora o Google não comente sobre empresas específicas, encontramos firmas que se autodenominam SEOs, as quais adotam práticas que obviamente ultrapassam o comportamento comercialmente aceitável. Tome cuidado.
  • Tente entender para onde o dinheiro está indo.O Google nunca vende as melhores classificações nos seus resultados de pesquisa, mas existem vários mecanismos de pesquisa que combinam os resultados de pesquisa normais com resultados pagos por clique ou por inclusão. Alguns SEOs prometem que você ocupará as primeiras posições nos mecanismos de pesquisa, mas na verdade aparecerá na seção de anúncios, e não nos resultados de pesquisa. Alguns SEOs chegam até a alterar o valor dos lances em tempo real para criar a ilusão de que "controlam" outros mecanismos de pesquisa e que podem escolher onde querem aparecer. Esse golpe não funciona com o Google, pois os nossos anúncios são identificados de forma clara e ficam separados dos nossos resultados de pesquisa. Mas pergunte ao seu SEO em potencial quais taxas se destinam à inclusão permanente e quais se destinam a anúncios temporários.
  • Quais são os abusos mais comuns que o proprietário de um site pode encontrar?
  • Um golpe comum é a criação de domínios "de fachada", que encaminham os usuários para um site por meio de redirecionamentos fraudulentos. Os domínios de fachada normalmente pertencem a um SEO que alega estar trabalhando em nome de um cliente. No entanto, se o relacionamento não vingar, o SEO poderá apontar o domínio para outro site ou até mesmo para o domínio de um concorrente. Se isso acontecer, o cliente pagou para criar um site concorrente que pertence ao SEO. Outra prática ilícita é colocar páginas "de entrada" carregadas de palavras-chave em algum lugar do site do cliente. O SEO promete que isso tornará a página mais relevante para um maior número de consultas. Essa afirmação é inerentemente falsa, já que uma única página é raramente relevante para várias palavras-chave. Pior ainda é que essas páginas de entrada frequentemente contêm links ocultos que levam também a outros clientes do SEO. Tais páginas de entrada sugam a popularidade dos links do site e encaminham para o SEO e seus outros clientes, que podem ter sites com conteúdo ilegal ou ofensivo.
  • Que outras coisas eu devo verificar?
  • Alguns sinais de alerta podem indicar que você está lidando com um SEO desonesto. Esta não é uma lista completa, por isso, em caso de dúvida, siga o seu instinto. E, principalmente, não pense duas vezes em desistir se o seu SEO:
    • tiver domínios de fachada
    • colocar links para outros clientes nas páginas de entrada
    • oferecer a venda de palavras-chave na barra de endereços
    • não distinguir entre verdadeiros resultados de pesquisa e anúncios exibidos nos resultados de pesquisa
    • garantir a classificação, mas somente para frases de palavras-chave longas e obscuras, que você obteria de qualquer forma
    • utilizar diversos aliases ou informações WHOIS falsas
    • obtiver tráfego a partir de "falsos" mecanismos de pesquisa, spyware ou scumware
    • tiver tido domínios excluídos do índice do Google ou se ele mesmo não estiver listado no Google
    Se você achar que foi enganado por um SEO, convém denunciar o fato. Nos Estados Unidos, a FTC (Comissão Federal de Comércio) cuida das reclamações relacionadas a práticas comerciais enganosas ou ilegais. Para registrar uma reclamação, acesse: http://www.ftc.gov/ e clique em "File a Complaint Online" (Registrar uma reclamação on-line), ligue para 1-877-FTC-HELP ou escreva para:
    Federal Trade Commission CRC-240 Washington, D.C. 20580
    Se a sua reclamação for contra uma empresa em outro país, registre-a em http://www.econsumer.gov/. Fonte:http://www.google.com/support/webmasters/bin/answer.py?hl=pt-br&answer=35291

Google lança pacote de programas gratuito no Brasil

Google pack

O Google lançou hoje no Brasil o Google Pack, a versão beta de um conjunto de aplicativos úteis e seguros, essenciais para o PC. Em poucos cliques, os usuários identificam, baixam e instalam softwares para navegar com mais velocidade na Internet, remover vírus e spyware e gerenciar informações de forma eficiente.
O Google Pack roda em Windows XP e suporta Firefox 1.0 ou superior e Internet Explorer 6.0 ou superior. Entre os programas, oferecidos em parceria pelo Google e outras empresas, estão:


  • Adobe Reader: visualiza, imprima e realiza pesquisas em arquivos PDF

  • GalleryPlayer HD Images: imagens e fotos de alta qualidade para proteção de tela ou desktop

  • Google Desktop: localiza e-mails, arquivos e históricos da Web

  • Google Toolbar para Internet Explorer: permite adicionar uma caixa de ferramentas do Google no seu navegador

  • Mozilla Firefox com Google Toolbar: navega na Web de forma rápida e segura

  • Picasa: compartilhamento e edição de fotos

  • Norton AntiVirus com 6 meses de proteção e atualizações gratuitas

  • RealPlayer: reproduz formatos populares de mídia e organiza arquivos de música e de vídeo O Google Pack inclui ainda o Google Updater, um programa que baixa, instala e faz a manutenção de todo o conteúdo do conjunto de aplicações. Ele avisa aos usuários sobre o lançamento de novos produtos e garante a atualização contínua, examinando os aplicativos instalados e verificando se estão na versão mais recente. Se for o casok, o Google Updater baixa a versão mais atual.
    Os programas contidos no Google Pack são gratuitos. Mais informações podem ser encontradas no endereço http://pack.google.com/intl/pt-br/pack_installer.html?hl=pt-BR

  • Parceiro: Camisetas Hacker

    Camisetas para Nerds & Hackers