sábado, 25 de outubro de 2014

Introdução Reconhecimento fácil [POI]

Creio que de inicio o que tenha chamado a atenção foi o "POI" como já anunciado aqui no blog temos um projeto de óculos bem similar ao Google Glass mas uma versão digamos 'caseira"
Como tudo possuímos controle sempre queremos algo há mais com nosso pequeno projeto não sera diferente apesar de alguns atrasos pelo fato do visor ter quebrado e o outro ainda não ter chegado o projeto continua forte e todos os posts referentes a ele serão abortados com o marcado (POI)
Bom vamos lá.

O que é reconhecimento facial/biométrico ?

Reconhecimento facial como o próprio nome sugere trata se de um reconhecimento feito através de traços da face sendo eles diversos variando desde características do olho maças do rosto boca cicatrizes etc.
Não são raras cenas em filmes seriados ou ate mesmo em novelas em que o personagem deve colocar o rosto em um leitor para obter acesso a cofres etc atualmente a tecnologia biométrica esta presente em nosso dia a dia.
Sendo ela em algo mais avançado como caixas eletrônicos carros que possuem tecnologias mais avançadas computadores ou ate mesmo celulares com aplicativos próprios para isso essa tecnologia se apresenta em algo muito utilizado no dia a dia porem de forma mais sútil o facebook há algum tempo utiliza essa tecnologia para sugestões de marcações de fotos de amigos.




sexta-feira, 24 de outubro de 2014

BSidesSP Aí Vou EU!

BSidesSP Aí Vou EU! O que é BSidesSP ?  A Co0L BSidesSP é um evento gratuito que faz parte das conferências “Security B-Sides” existentes em mais de 60 cidades de onze países diferentes, que são mini-conferências voltadas para a comunidade. A C0oL BSidesSP pretende oferecer atividades que promovam a segurança da informação e a cultura hacker, com diversas atividades programadas para acontecer simultaneamente, incluindo duas trilhas de palestras técnicas, debates, oficinas e um “Churrascker”. A décima edição da conferência ocorrerá no dia 23 de Novembro de 2014 (domingo), no final de semana anterior a conferência BlackHat Summit São Paulo, a edição brasileira da Black Hat, uma das mais importantes conferências de segurança em todo o mundo.

O que é BSidesSP ?

A Co0L BSidesSP é um evento gratuito que faz parte das conferências “Security B-Sides” existentes em mais de 60 cidades de onze países diferentes, que são mini-conferências voltadas para a comunidade. A C0oL BSidesSP pretende oferecer atividades que promovam a segurança da informação e a cultura hacker, com diversas atividades programadas para acontecer simultaneamente, incluindo duas trilhas de palestras técnicas, debates, oficinas e um “Churrascker”.
A décima edição da conferência ocorrerá no dia 23 de Novembro de 2014 (domingo), no final de semana anterior a conferência BlackHat Summit São Paulo, a edição brasileira da Black Hat, uma das mais importantes conferências de segurança em todo o mundo.
Conseguimos um espaço para divulgar o SCANNER INURLBR  entramos pra categoria do evento chamada de Brazilian Arsenal.

O que é Brazilian Arsenal ? 

O Brazilian Arsenal é um espaço para divulgar os projetos de ferramentas de segurança Open Source desenvolvidas por brasileiros, com objetivo de divulgar estas iniciativas, fomentar o uso destas ferramentas e atrair mais voluntários para estes projetos.
No início cada projeto tem um espaço de até 10 minutos para se apresentar (no ritmo de Lightning Talks). Em seguida, iremos realizar atividades mão na massa, a escolha do mantenedor de cada projeto, que pode incluir um installfest, um laboratório ou mesmo um "hackaton", aonde os presentes são convidados a desenvolver uma feature ou corrigir um bug do projeto.
ref=https://garoa.net.br/wiki/O_Outro_Lado_BSidesSP_ed_10/Brazilian_Arsenal 

0xAgenda

A Conferência O Outro Lado - Security BSides São Paulo (Co0L BSidesSP) ocorrerá no domingo, dia 23 de Novembro de 2014, aproveitando o final de semana que antecede a conferência BlackHat Summit São Paulo.
Neste dia teremos várias atividades em paralelo, incluindo:

  • Duas trilhas de palestras técnicas
  • Várias oficinas simultâneas
  • Palestras Relâmpago (Lightning Talks)
  • Diversas competições no Capture The Flag (CTF)
  • Web Security
  • Game of Drones: Competição de robótica amadora
  • Lockpicking
  • Atividades diversas para fortalecer a comunidade, como a Hacker Job Fair e a Brazilian Arsenal
  • A BSidesSP 4 Kids, com atividades para crianças e adolescentes: Oficinas de Lockpicking e de Robótica
  • Área de descompressão, com lojinhas
  • Lojas de hackerspaces
  • Loja do Laboratório de Garagem
  • “Churrascker” gratuito para os presentes.
  • As palestras terão 40 minutos de duração com 10 minutos para perguntas e respostas e para permitir a movimentação do pessoal. As oficinas serão práticas (hands-on), com 1h30 de duração cada uma.


NÃO PERCA INSCREVA-SE 



0xLocal

A Co0L BSidesSP ocorrerá no Domingo, dia 23 de Novembro de 2014, na PUC-SP
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) - Campus Consolação
Rua Marquês de Paranaguá, 111 - Consolação - São Paulo - SP - 01303-050 - Brasil - Planeta Terra - Via Láctea

0xMAPA

https://www.google.com/maps/place/Pontif%C3%ADcia+Universidade+Cat%C3%B3lica+de+S%C3%A3o+Paulo+-+PUC-SP/@-23.550455,-46.650116,16z/data=!4m2!3m1!1s0x0:0x3c9149ee51ab6cd4?hl=pt-BR

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Pedófilo é condenado após armadilha com menina virtual de dez anos

Australiano é primeiro caso de condenação devido a programa com falsas crianças online, conduzido por ONG holandesa.

Operadores se passavam por meninas filipinas para atrair criminosos (Foto: BBC)

Um australiano se tornou nesta terça-feira (21) o primeiro homem condenado por pedofilia como resultado de uma operação que usou uma armadilha virtual, na qual um funcionário de uma organização de caridade fingiu ser uma menina de dez anos das Filipinas.
Scott Robert Hansen, o australiano acusado, é um criminoso sexual já registrado na polícia. Ele admitiu culpa por três crimes durante uma audiência no Tribunal Distrital de Brisbane, no leste do país.
Hansen admitiu o envio de fotos obscenas dele para a menina virtual, chamada Sweetie (“docinho”, em tradução livre do inglês) e posse de imagens de abuso sexual infantil em seu computador. Por fim, ele reconheceu ter desobedecido as ordens estabelecidas pelas autoridades para criminosos sexuais como ele.
O australiano foi condenado a dois anos de prisão com suspensão dos efeitos da sentença – ou seja, ele só deverá ir para a cadeia se cometer algum crime mo período de condenação.
Além de Hansen, também foram divulgados dados de mil homens que entraram em contato com a criança falsa. Os detalhes deles foram enviados para polícias de 71 países.
Estes homens tinham oferecido dinheiro a Sweetie para que ela realizasse atos sexuais em frente a uma webcam.
Dialógos
A BBC News obteve os registros das conversas entre Hansen e Sweetie. As respostas eram dadas por uma pessoa fingindo ser a menina.
Nas conversas, Hansen perguntou se Sweetie era realmente uma criança e se já tinha visto um homem nu.
O australiano chegou a realizar um ato sexual em frente à webcam de seu computador acreditando que uma menina de nove anos estava assistindo.
A Justiça australiana afirmou que o fato de Sweetie não ser real é irrelevante para a condenação de Hansen, já que "se você acredita que era uma menina de nove anos, então a lei" precisa ser cumprida.
O chefe da operação - realizada pela ONG holandesa Terre des Hommes -, Hans Guyt, afirmou que ele e os colegas na organização sempre esperaram que a informação levantada por eles fosse usada por polícias do mundo para capturar os criminosos.
E acrescentou que a polícia precisa ser mais proativa, pois a única forma "de encontrar estas pessoas é patrulhar a internet".
Uma equipe de quatro pesquisadores da ONG trabalhou no projeto durante dez semanas em 2013, se passando por meninas filipinas em salas de bate-papo na web.
Em algumas ocasiões eles até usavam um avatar computadorizado, que mostraram aos homens pela webcam.
'Pesadelos'
A BBC News conversou com um dos operadores do programa que tiveram contato direto com os pedófilos. Ele pediu que seu nome não fosse divulgado.
"Alguns dos homens com quem interagimos me deram pesadelos, literalmente", disse.
O operador ouvido pela BBC conversou com Scott Hansen.
"Ele era muito direto, em um momento ele pediu para envolver a irmã de oito anos fictícia. Foi muito difícil dormir à noite depois de interagir com alguém como Hansen", afirmou.
O operador está orgulhoso de ter participado de alguma forma na condenação de Hansen, mas gostaria que mais pedófilos fossem condenados.
Durante o período em que o projeto funcionou, dezenas de milhares de homens entraram em contato com a equipe da Terre des Hommes.

FONTE: BBC

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Empresas que empregam Hackers 'White Hat' para previnir roubos de dados

Parece que a cada mês que ouvimos sobre uma grande violação de dados, os nossos números de cartão de crédito e outras informações importantes nas mãos de bandidos.


Empresas que empregam Hackers 'White Hat' para previnir roubos de dados

Agora, mais empresas estão contratando hackers para ajudá-los a proteger seus clientes.
Chris Martinez mostra como esses hackers trabalhar.

Os sistemas de computadores estão sob constante ataque e os bandidos ter marcado algumas grandes vitórias recentemente.
JP Morgan Chase teve 76 milhões de contas violadas, Home Depot 56 milhões e TJ Maxx 45 milhões, juntamente com roubos de dados menores em Target, Nieman Marcus e Dairy Queen.
"As empresas querem ficar fora das manchetes. Eles não querem ser a próxima grande violação de dados ", disse Jay Kaplan, especialista em segurança.

É por isso que investir em suas próprias medidas de segurança elaboradas, mas nem sempre é suficiente. Agora, muitos estão se voltando para hackers para obter ajuda.

Branco hacker de chapéu Anshuman Bhartiya trabalha fora de seu apartamento.
"Alguns dias eu posso encontrar quatro ou cinco questões em um par de horas", disse ele.
Matthew Jakubowski, também um hacker de chapéu branco, trabalha em um laboratório pequeno, recém-criada na empresa de segurança da informação com sede em Chicago, a Trustwave.
"Em vez de nos roubar os dados, estamos dizendo o que somos capazes de acessar e como nos impedir de fazê-lo no futuro", disse ele.

Jakubowski descobre como chapéu preto hackers podem penetrar as defesas de segurança de uma empresa.
"Os testes de penetração é ... aproveitando essas falhas ou buracos ... e depois tentar encontrar os dados confidenciais, como dados do titular do cartão ou informações pessoais", disse Jakubowski.

Ele tem sido muito bem sucedida.
"Ao longo dos últimos cinco anos ou mais, eu tenho sido capaz de, provavelmente, entrar em cerca de 480 sistemas e tenha acesso a esses dados confidenciais", disse ele.
O especialista em segurança Christien Rioux corre Veracode.

"Você precisa pensar como o atacante, se você está indo cada vez para ser mais esperto que eles", disse Rioux.

Kaplan, que dirige SynAck - uma empresa que emprega centenas de hackers de chapéu branco, concorda.
"Eles estão realmente tentando ajudar as empresas a entender o que são os seus problemas e brilhar uma luz sobre essas questões", disse Kaplan.

Mesmo faculdades, como a Universidade de Southern Maine, começaram a dar aulas em como cortar. Eles estão cultivando a próxima geração de especialistas em segurança cibernética.
"A segurança é um problema que nunca vai desaparecer completamente. Mas é uma luta que precisa ser travada. É preciso haver um chapéu branco para cada chapéu preto ", disse Rioux.
As empresas gastam cerca de $ 100 bilhões de dólares em esforços de segurança cibernética agora. Isso deverá crescer para sobre o $ 160 bilhões ao longo dos próximos anos.

FONTE: CBS-CHICAGO

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Could your bank be the next victim of a cyber attack?

Cybercrime risks becoming the next big banking scandal. What can be done to stop it?


Cybercrime risks becoming the next big banking scandal. What can be done to stop it? Ask someone to picture a bank heist, and they are likely to imagine thugs in balaclavas, bursting through glass doors and brandishing weapons, and hostages cowering on the floor. It is a vivid scenario, and one that Hollywood has done plenty to embed, but ask a security chief at a major bank what worries him, and he is more likely to think of a single computer programmer in a dark room hundreds of miles away, or spies at a foreign


Ask someone to picture a bank heist, and they are likely to imagine thugs in balaclavas, bursting through glass doors and brandishing weapons, and hostages cowering on the floor. It is a vivid scenario, and one that Hollywood has done plenty to embed, but ask a security chief at a major bank what worries him, and he is more likely to think of a single computer programmer in a dark room hundreds of miles away, or spies at a foreign intelligence service attempting to tap into its reams of customer information. 
Cy “It’s very inexpensive to launch an attack, [hackers] can build one thing and then use it to attack bank one, bank two, bank three and bank four the same way,” Mr Clancy says. Increasingly, cyberattacks are not the work of amateur coders, but of organised crime and foreign intelligence services, a development that raises the stakes for security agencies and regulators as well as the banks involved. “The financial sector is, of course, part of the critical national infrastructure, and as part of a national security struggle it becomes more of a priority target,” says Brian Lord, a former GCHQ director. “As geopolitical tensions have increased, the threats take on a different dimension… Nation states are going out and collecting whatever information they can.”

bersecurity attacks, so many believe, could be the next big banking scandal. If over-exuberance and risky lending has been the biggest threat to the sector in the last 10 years, the major worry over the next decade is that customers’ sensitive financial data will be compromised on a wide scale, or that hackers could bring down the financial system.
As the banking world, like much of the rest of corporate society, moves towards internet-based services and online data storage, the risk of hostile attackers attempting to infiltrate the system increases. As a result, spending on banks’ cybersecurity is increasing rapidly, even as budget squeezes force bonuses to fall and branches to shut.
Last week, JP Morgan’s chief executive Jamie Dimon pledged to double cybersecurity spending over the next five years, after one of the biggest breaches in banking history saw the records of 83m customers and small businesses at his bank compromised. The JP Morgan attack has drawn special attention in recent weeks. It is far from a one-off.

On any given day, odds are that your bank has had to fend off a cyberattack. Individual troublemakers, activist groups, sophisticated criminal organisations and rogue states are all targeting the world’s biggest financial institutions in an attempt to steal customer data, disrupt services or simply cause havoc.
Cybercrime is forcing companies of all sizes in almost every sector to take stock, but the financial industry’s position at the heart of world economies makes it a particularly attractive target. Attacks are on the increase, as the exponentially rising number of digital connections between banks, customers and third parties presents new weak points for hackers.
“This has always been a focus for banks but the scale of the threat has increased,” says Richard Horne, a cybersecurity partner at PwC. “The financial system is now more vulnerable because of the interconnected networks.”
Not only is hacking a bigger opportunity than ever, it is also cheap, according to Mark Clancy, the chief executive of Soltra, a cross-party collaboration of banks and regulators to automate intelligence sharing.
The same piece of malicious software can be thrown at any number of financial institutions at little cost, multiplying a hacker’s chances of success. In the case of the JP Morgan hack, which occurred over the summer but was only disclosed this month, many of Wall Street’s largest institutions were targeted at the same time, without success.
“It’s very inexpensive to launch an attack, [hackers] can build one thing and then use it to attack bank one, bank two, bank three and bank four the same way,” Mr Clancy says. Increasingly, cyberattacks are not the work of amateur coders, but of organised crime and foreign intelligence services, a development that raises the stakes for security agencies and regulators as well as the banks involved.
“The financial sector is, of course, part of the critical national infrastructure, and as part of a national security struggle it becomes more of a priority target,” says Brian Lord, a former GCHQ director. “As geopolitical tensions have increased, the threats take on a different dimension… Nation states are going out and collecting whatever information they can.”

The JP Morgan attack has been attributed to the Kremlin. Pic: Alamy

The attack on JP Morgan may have been the work of Russia, American officials have privately indicated. Other intrusions, including an attack on HSBC last year that left millions of customers without access to online services, have been blamed on Islamic groups.
A series of “denial of service” attacks, in which systems are so flooded with connections that they are forced to cease operating, hit US banks including Bank of America and Citigroup in 2012, and was subsequently attributed to Iran.
Often the goal of these attacks, unlike with traditional bank infiltrations, is not to steal money, but simply to disrupt financial systems. “It’s considered retaliation, many of these attacks are at such a level that they can only be done by nation states,” says Dr Alastair MacWillson, a former Accenture security director who has advised the World Bank, the European Commission and US and UK governments on cybersecurity, and is now on the advisory board of Parker Fitzgerald, the financial services consultancy.
Given that banks are under almost constant risk of being attacked, what can they do to protect themselves? And do they need to be put under more pressure to protect consumers?
The answer is not a simple one. The biggest banks’ systems are so vast and complicated as to be incomprehensible, a reality that inevitably creates weakspots. The wave of consolidation in the last two decades has seen banks’ systems untidily meshed together, exacerbating the problem. “Many organisations have incredible levels of complexity, and disparate systems if they’ve merged that are basically multiple versions of the same thing, Dr MacWillson says. “The security technology is equally complex, they have never really invested in reducing that complexity.”
One MP who sits on the Commons Treasury Committee responsible for overseeing financial regulation, says many bank systems are “like a pile of spaghetti”. “Although every bank will take security extremely seriously, many of them have extremely old IT,” he warns.
This complexity, according to Dr MacWillson, is an almost insurmountable problem, no matter how much money is thrown at it: “They have bought every bit of security technology out there… but these legacy problems are just too hard to fix.”
If there are always going to be gaps in banks’ armour, how then, can hackers be kept out? Banks are under pressure to improve security, not only due to the threat of a breach hitting their reputation, but also because it can affect their bottom line.
Fines for banks that fail to protect customers have been floated privately by regulators, who continue to see cybersecurity as a major issue. MPshave held recent meetings with officials including those at the Bank of England to discuss cyber vulnerabilities. Regulating banks’ defence mechanisms is no easy task. By the time politicians and regulators have agreed on a system of defence, new forms of attack would make it obsolete.
“The idea that a regulator offer a total specification is a fool’s errand,” says one MP. A security expert talks of cybercriminals working in terms of “seconds, minutes and hours, while banks deal in days, weeks and months”.
How then, do banks and authorities deal with a target that is constantly moving, often faster than the companies? In 2011 and 2013, the BoE conducted two comprehensive cyber resilience exercises, in which Britain’s biggest banks were subjected to simulated attacks from a hostile state.
The conclusion of the latest trial, conducted last November, was that the biggest risk to banks’ cybersecurity systems was a dearth of collaboration between institutions.
“There is no cross-sector infrastructure in place currently for communication to other financial institutions outside the core systemic wholesale and retail firms,” the Bank said in its conclusions.
A recent report from the British Bankers’ Association warned of “an element of lack of awareness and cultural resistance” to co-operation.
This communication breakdown is starting to change. In June, the Bank launched a cybercrime unit, CBEST, that will bring together intelligence from banks, security agencies and the Government to assess the scale of threats, and create bespoke tests to see whether systems are up to scratch.
This is a model being used elsewhere. Soltra, in some ways a US version of CBEST, has been adopted by 45 institutions and is coming to Europe in the coming weeks. Mr Clancy says it has seen “a lot of interest already from the banks and building societies in the UK”.
Other experts warn that information sharing is a double-edged sword. Mr Lord, who spent two decades at GCHQ before moving to the security group PGI, says the more that sensitive data is centralised, the more attractive that system is to a hostile organisation.
“The value [of this] to a hostile actor is potentially greater than the sum of its parts,” he says. And despite the billions being invested and constant attempts from regulators, experts agree that cybercrime is a threat banks will never be fully safe from.
“I think many banks have just said 'we’ll never manage to do this’. People realise that we’ll never have perfect infrastructure, so what’s their alternative?” says Dr MacWillson. These sentiments were shared by Mr Dimon last week, who warned that there is no absolute defence to the type of attack that has hit JP Morgan. “We don’t want to be sitting here saying you will absolutely be protected because it would put you in a false sense of security,” he said.
How seriously banks take cybersecurity, and how much they devote to defences, will depend on whether attacks affect their bottom line.
It is too early to tell whether JP Morgan’s breach has affected the bank, and the world is perhaps still waiting for a scandal that will make customers stand up and take note. But on any given day, it could be just around the corner.

FONTE: http://www.telegraph.co.uk/

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Wikileaks: PSDB prometeu entregar o pré-sal aos norte-americanos.

Wikileaks: PSDB prometeu entregar o pré-sal aos norte-americanos.


Telegrama enviado da embaixada americana para o Departamento de Estado dos Estados Unidos, vazado pelo Wikileaks, denuncia que Serra prometeu entregar o pré-sal às petroleiras do exterior.
“Eles são os profissionais e nós somos os amadores”, teria afirmado Patrícia Padral, diretora da americana Chevron no Brasil, sobre a lei proposta pelo governo. Segundo ela, o tucano José Serra teria prometido mudar as regras se fosse eleito presidente.

“Deixa esses caras (do PT) fazerem o que eles quiserem. As rodadas de licitações não vão acontecer, e aí nós vamos mostrar a todos que o modelo antigo funcionava… E nós mudaremos de volta”, teria dito o pré-candidato.
Nos bastidores, o lobby pelo pré-sal, por Natalia Viana.

“A indústria de petróleo vai conseguir combater a lei do pré-sal?”. Este é o título de um extenso telegrama enviado pelo consulado americano no Rio de Janeiro a Washington em 2 de dezembro do ano passado.

Como ele, outros cinco telegramas a serem publicados hoje pelo WikiLeaks mostram como a missão americana no Brasil tem acompanhado desde os primeiros rumores até a elaboração das regras para a exploração do pré-sal – e como fazem lobby pelos interesses das petroleiras.

Os documento revelam a insatisfação das pretroleiras com a lei de exploração aprovada pelo Congresso – em especial, com o fato de que a Petrobras será a única operadora – e como elas atuaram fortemente no Senado para mudar a lei.

“Eles são os profissionais e nós somos os amadores”, teria afirmado Patrícia Padral, diretora da americana Chevron no Brasil, sobre a lei proposta pelo governo . Segundo ela, o tucano José Serra teria prometido mudar as regras se fosse eleito presidente.
Partilha
Pouco depois das primeiras propostas para a regulação do pré-sal, o consulado do Rio de Janeiro enviou um telegrama confidencial reunindo as impressões de executivos das petroleiras.

O telegrama de 27 de agosto de 2009 mostra que a exclusividade da Petrobras na exploração é vista como um “anátema” pela indústria.
É que, para o pré-sal, o governo brasileiro mudou o sistema de exploração. As exploradoras não terão, como em outros locais, a concessão dos campos de petróleo, sendo “donas” do petróleo por um deteminado tempo. No pré-sal elas terão que seguir um modelo de partilha, entregando pelo menos 30% à União. Além disso, a Petrobras será a operadora exclusiva.

Para a diretora de relações internacionais da Exxon Mobile, Carla Lacerda, a Petrobras terá todo controle sobre a compra de equipamentos, tecnologia e a contratação de pessoal, o que poderia prejudicar os fornecedores americanos.

A diretora de relações governamentais da Chevron, Patrícia Padral, vai mais longe, acusando o governo de fazer uso “político” do modelo.

Outra decisão bastante criticada é a criação da estatal PetroSal para administrar as novas reservas.

Fernando José Cunha, diretor-geral da Petrobras para África, Ásia, e Eurásia, chega a dizer ao representante econômico do consulado que a nova empresa iria acabar minando recursos da Petrobrás. O único fim, para ele, seria político: “O PMDB precisa da sua própria empresa”.

Mesmo com tanta reclamação, o telegrama deixa claro que as empresas americanas querem ficar no Brasil para explorar o pré-sal.
Para a Exxon Mobile, o mercado brasileiro é atraente em especial considerando o acesso cada vez mais limitado às reservas no mundo todo.

“As regras sempre podem mudar depois”, teria afirmado Patrícia Padral, da Chevron.

Combatendo a lei
Essa mesma a postura teria sido transmitida pelo pré-candidtao do PSDB a presidência José Serra, segundo outro telegrama enviado a Washington em 2 de dezembro de 2009.
O telegrama intitulado “A indústria de petróleo vai conseguir combater a lei do pré-sal?” detalha a estratégia de lobby adotada pela indústria no Congresso.

Uma das maiores preocupações dos americanos era que o modelo favorecesse a competição chinesa, já que a empresa estatal da China, poderia oferecer mais lucros ao governo brasileiro.
Patrícia Padral teria reclamado da apatia da oposição: “O PSDB não apareceu neste debate”.

Segundo ela, José Serra se opunha à lei, mas não demonstrava “senso de urgência”. “Deixa esses caras (do PT) fazerem o que eles quiserem. As rodadas de licitações não vão acontecer, e aí nós vamos mostrar a todos que o modelo antigo funcionava… E nós mudaremos de volta”, teria dito o pré-candidato.
O jeito, segundo Padral, era se resignar. “Eles são os profissionais e nós somos os amadores”, teria dito sobre o assessor da presidência Marco Aurelio Garcia e o secretário de comunicação Franklin Martins, grandes articuladores da legislação.

“Com a indústria resignada com a aprovação da lei na Câmara dos Deputados, a estratégia agora é recrutar novos parceiros para trabalhar no Senado, buscando aprovar emendas essenciais na lei, assim como empurrar a decisão para depois das eleições de outubro”, conclui o telegrama do consulado.

Entre os parceiros, o OGX, do empresário Eike Batista, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) e a Confederação Naiconal das Indústrias (CNI).

“Lacerda, da Exxon, disse que a indústria planeja fazer um ‘marcação cerrada’ no Senado, mas, em todos os casos, a Exxon também iria trabalhar por conta própria para fazer lobby”.

Já a Chevron afirmou que o futuro embaixador, Thomas Shannon, poderia ter grande influência nesse debate – e pressionou pela confirmação do seu nome no Congresso americano.
“As empresas vão ter que ser cuidadosas”, conclui o documento. “Diversos contatos no Congresso (brasileiro) avaliam que, ao falar mais abertamente sobre o assunto, as empresas de petróleo estrangeiras correm o risco de galvanizar o sentimento nacionalista sobre o tema e prejudicar a sua causa”.

Fonte: Wikileaks
http://wikileaks.ch/cable/2009/08/09RIODEJANEIRO288.html
http://wikileaks.ch/cable/2009/12/09RIODEJANEIRO369.html

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Ataque redireciona anúncios do YouTube para página com vírus.

Hackers invadiram site governamental da Polônia para ajudar em golpe. Praga instalada realiza 'sequestro' do computador de vítima.

A fabricante japonesa de antivírus Trend Micro revelou nesta terça-feira (14) um ataque que redirecionava usuários do YouTube para uma página com vírus. De acordo com a empresa, hackers adquiriram cotas de publicidade no site de vídeos e veicularam um anúncio para um site governamental da Polônia. Esta página estava sob o controle dos criminosos, e o clique levava a um terceiro endereço contendo um kit de ataque que instala um vírus em sistemas desatualizados. A Trend Micro diz que já notificou o Google.
Segundo a empresa, 95% dos 113 mil afetados pelo ataque residem nos Estados Unidos. Os números se referem a um período de 30 dias. Nem todas as vítimas, porém, vieram da plataforma de vídeos do Google: a campanha publicitária também estava sendo veiculada em outros sites. No YouTube, a Trend Micro observou a presença do anúncio em vídeos com mais de 11 milhões de visualizações.
Os hackers obtiveram o controle da configuração de DNS de um site governamental polonês. Com isso, os golpistas conseguiram controlar o endereço que seria acessado por visitantes do site sem invadi-lo diretamente. Para a Trend Micro, isso serviu para dar um ar de legitimidade ao anúncio que foi veiculado no YouTube.
Antes de chegar ao site, o usuário passava por redirecionamentos de agências de publicidade, o que indica que o espaço publicitário teria sido comprado pelos canais comuns.
Chegando ao destino final do ataque – um site localizado nos Estados Unidos – o navegador era atacado por um kit chamado de "Sweet Orange" (laranja doce, em inglês). Esse código tenta fazer uso de diversas falhas de segurança para instalar um vírus no computador da vítima. De acordo com a Trend Micro, as vulnerabilidades são todas conhecidas. Quem mantém o sistema, navegador e plug-ins atualizados, portanto, não teve o sistema comprometido.
Quem estava vulnerável teve instalado em seu computador um vírus que a Trend Micro chama de Kovter. Essa praga tenta "sequestrar" o computador, impedindo que o mesmo funcione normalmente até que os golpistas recebam um pagamento em dinheiro da vítima para "resgatar" a máquina. A praga, no entanto, não possui funções avançadas de criptografia presentes em outros códigos maliciosos do mesmo tipo, o que facilita sua remoção.
A compra de espaços publicitárias para inserção de peças maliciosas é uma prática conhecida como "malvertising". A investigação da Trend Micro foi realizada pelo pesquisador Joseph Chen, com colaboração de Rhena Inocencio.

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

SEANux — Syrian Electronic Army To Release its Own Linux-based Distribution

Lots of Linux distributions are offered free of cost on the Internet by a number of companies, non-commercial organizations and by many individuals as well, and now, the notorious Syrian Electronic Army (SEA) hasannounced their own Linux distribution known as SEANux.
A Linux distribution is a coordinated collection of software consisting of a customized version of the kernel together with hundreds of open source (i.e., free) utilities, installers, programming languages and application programs. Some of the most popular distributions are Fedora (formerly Red Hat), SuSE, Debian, Ubuntu, Kali Linux, Tails OS and Mint Linux.
SEA (Syrian Electronic Army) is the same group of hackers who made the headlines in past year by launching advance phishing attacks against media organisations, usually Western media outlets.


The group is reportedly aligned with president Bashar al-Assad and had purposely targeted social media accounts of a number of high-profile media outlets including The Guardian, The Washington Post, The New York Times, Forbes, CNN, the Financial Times and the AP. They don’t even left Obama, Facebook,Microsoft, eBay and PayPal from being a victim of their Phishing attack.
At this moment, SEA team has not provided any further information regarding their SEANux operating system, but considering their past activities, it’s hard to trust an operating system released by the SEA hackers group.
SEANux slogan says “Power Up.. Your Performance.” Now the question rises that what kind of performance they actually want to point out. Is that Power up your system performance? or Power up your hacking skills? or Power up your Social Engineering tactics? as most of their targets included social media sites. But, at this moment we can only assume, until they release more details on it.
If I talk generally, in our community, i.e. Infosec community, we majorly have three types of Operating System distributions, as follows:
Linux OS for Penetration testing and Hacking - like Backtrack or Kali Linux which comes wrapped with a collection of penetration testing and network monitoring tools used for testing of software privacy and security.
Forensic OS - Operating System which comes with pre-installed digital forensic tools for testing and security purpose.
An Anonymous OS - Operating Systems like Tails which keeps it users tracks clear. Tails provides users' anonymity and privacy, and was reportedly used by the Global surveillance Whistleblower Edward Snowden in discussions with journalists because it includes a range of tools for protecting your data by means of strong encryption.
We are expecting “SEANux” to be a mixture of Tails and Kali Linux, with lots of pre-installed hacking and Privacy tools. But I would doubt about the integrity of this new operating system SEANux - Linux distribution from the SEA, until we get a clean chit from the Infosec community after its release.
It wouldn't be a shock or a surprise if SEANux comes with a few backdoors or some privacy concerning malwares hidden in it. As in 2012, Anonymous groups of hackers released an operating system called ANonymous-OS, which was later found to be as a backdoored Operating System.
So, we recommend you to install this Operating System only on a virtual OS, so that your important credentials and data remains on a safer side.

sábado, 4 de outubro de 2014

CMS Based

CMS Bas3d é um scanner para CMSs, o objetivo desta ferramenta é analisar o alvo e procurar por possíveis vulnerabilidades que tenham sido publicadas pelo 1337day, exploit-db ou cxsecurity.

A ferramenta não faz uma vasta varredura no alvo, apenas pega a "source html" e 'trabalha com o que encontra', sendo assim, se a tool verificar que o alvo roda WordPress 2.8.5, a mesma irá lhe indicar os links das vulnerabilidades/exploits que PODEM funcionar com esta versão do WordPress.

Além de realizar este scan, você também tem a opção de verificar qual CMS esta rodando no alvo.

Abaixo esta a lista de quais CMS estão disponíveis para scan e quais estão disponíveis para verificação:

O scan funciona com as seguintes CMSs:
 -Joomla
 -b2evolution
 -XOOPS
 -Moodle
 -SMF
 -PHP-Nuke
 -WORDPRESS
 -PostNuke
 -VBULLETIN
 -PHPBB
 -MYBB
 -DRUPAL
 -MODx
 -SilverStripe
 -Textpattern
 -Frog
 -AdaptCMS


O identificador de CMSs é capaz de identificar cerca de 40 CMSs diferentes, sendo elas:
 -Joomla
 -AdaptCMS
 -Apache Roller
 -XOOPS
 -Frog
 -openCMS
 -SMF
 -Textpattern
 -Ametys
 -WordPress
 -ATutor
 -eXo Platform
 -vBulletin
 -b2evolution
 -DSpace
 -phpBB
 -Moodle
 -DotCMS
 -MyBB
 -PHP-Nuke
 -Composite C1
 -Drupal
 -PostNuke
 -DotNetNuke
 -MODx
 -SilverStripe
 -mojoPortal
 -phpVibe
 -Umbraco
 -BEdita
 -Chevereto
 -CMSimple
 -CMSimple_XH
 -Concrete
 -Cotonti
 -Directus
 -DokuWiki
 -Dotclear
 -Magento
 -Geeklog
 -Plone

Para utilizar a ferramenta é simples, a baixo esta comandos que vocês podem utilizar:

Scan com o objetivo de encontrar vulnerabilidades:
  perl ./cmsbas3d.pl [website]


Scan para verificar qual CMS esta rodando:
  perl ./cmsbas3d.pl vcms [website]


Atualizar:
  perl ./cmsbas3d.pl update
 
 
Exibir ajuda:
  perl ./cmsbas3d.pl help


Você pode realizar o "download" mais rapidamente 'clonando' o projeto pelo terminal!
  git clone https://github.com/7mm5ll/CMS_Bas3d.git CMS_Bas3d
 

Nota: O script roda apenas no Linux!


Disponível em:
https://github.com/7mm5ll/CMS_Bas3d